Saúde - Vacina·22 de fevereiro de 2021

Covid-19: Ministério da Saúde dispensa licitação para aquisição de vacinas da Rússia e da Índia

Compra dos imunizantes ainda depende da aprovação da Anvisa para uso emergencial

Por Paloma CustódioPaloma Custódio é jornalista, radialista e graduada em Relações Internacionais. Atuou como produtora e repórter na Rede Boa Vontade de Comunicação (LBV), integrou a equipe de comunicação da ONU Brasil, foi roteirista do Grupo Bandeirantes e repórter do Agro Estadão.
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Brasileiros terão em breve mais opções de vacina contra a Covid-19. O Ministério da Saúde dispensou o uso de licitação para compra dos imunizantes Covaxin, da Índia, e Sputnik V, da Rússia. O objetivo é agilizar o processo de aquisição das doses.

No entanto, a compra ainda depende da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para uso emergencial.

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Ao todo, serão disponibilizadas 10 milhões de doses da Sputnik V para a população, sendo 400 mil em março, 2 milhões em abril e 7,6 milhões em maio; e 20 milhões de doses da Covaxin, sendo 8 milhões em março, 8 milhões em abril e 4 milhões em maio. O investimento previsto é de R$ 639,6 milhões na vacina russa e R$ 1,614 bilhão na vacina da Índia.

Brasileiros terão, em breve, mais opções de vacina contra a Covid-19. O Ministério da Saúde dispensou o uso de licitação para compra dos imunizantes Covaxin, da Índia, e Sputnik V, da Rússia. O objetivo é agilizar o processo de aquisição das doses.

No entanto, a compra ainda depende da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para uso emergencial.

Ao todo, serão disponibilizadas 10 milhões de doses da Sputnik V para a população e 20 milhões de doses da Covaxin, com estimativa de entregas a partir de março. O investimento previsto é de aproximadamente 640 milhões de reais na vacina russa e 1,6 bilhão de reais na vacina da Índia.

Reportagem, Paloma Custódio

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Sobre a repórter

Paloma Custódio

Paloma Custódio é jornalista, radialista e graduada em Relações Internacionais. Atuou como produtora e repórter na Rede Boa Vontade de Comunicação (LBV), integrou a equipe de comunicação da ONU Brasil, foi roteirista do Grupo Bandeirantes e repórter do Agro Estadão.