Saúde·27 de março de 2020

Coronavírus: Câmara aprova telemedicina enquanto durar a crise

Projeto foi aprovado durante primeira sessão remota da Câmara dos Deputados

Por Daniel MarquesJornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.
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Na primeira sessão de votação remota da Câmara dos Deputados, o Plenário aprovou nesta quarta-feira (25) o uso da telemedicina enquanto durar a crise do novo coronavírus. O Projeto de Lei 696/20 libera o atendimento virtual para profissionais de todas as áreas da saúde, como médicos, nutricionistas e psicólogos.

O texto é de autoria da deputada Adriana Ventura (Novo-SP). Em plenário, por meio da videoconferência, a parlamentar defendeu que a medida é importante para garantir o acesso a saúde durante o período de isolamento social. “Então nós temos hoje, nesse profundo momento de crise, onde as pessoas tem que obrigatoriamente que reduzir o contato entre elas mesmas e entre médicos e pacientes, a telemedicina vai garantir que as pessoas continuem a ter atendimento médico a distância. E mesma aqueles que não tem nenhum atendimento médico passem a ter."

O projeto foi aprovado com alterações propostas pelo deputado Frederico (Patriota-MG). Entre elas, está a exigência que o paciente seja informado sobre as limitações das consultas virtuais. O texto também define que, depois da crise do novo coronavírus, o atendimento virtual pode continuar, desde que o Conselho Federal de Medicina (CFM) regulamente as regras e defina em quais casos a telemedicina poderá ser usada.

Para começar a valer, o projeto ainda precisa ser aprovado pelo Senado e ser sancionada pelo presidente da república.

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O projeto foi aprovado com alterações propostas pelo deputado Frederico (Patriota-MG). Entre elas, está a exigência que o paciente seja informado sobre as limitações das consultas virtuais. O texto também define que, depois da crise do novo coronavírus, o atendimento virtual pode continuar, desde que o Conselho Federal de Medicina (CFM) regulamente as regras e defina em quais casos a telemedicina poderá ser usada.

Para começar a valer, o projeto ainda precisa ser aprovado pelo Senado e ser sancionada pelo presidente da república.

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Sobre a repórter

Daniel Marques

Jornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.