A primeira reunião do Comitê Permanente de Resiliência Climática do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) deu início, nesta segunda-feira (10), ao planejamento de atuação na COP30 - Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025.
Instituído por meio de portaria publicada em 7 de janeiro de 2025, o Comitê conta com a participação de todas as secretarias e entidades vinculadas ao MIDR para elaborar um plano de ação estratégico com temas e metas relacionados às questões ambientais e de resiliência climática.
O Secretário-Executivo e presidente do Comitê Valder Ribeiro destacou que o objetivo principal do grupo é alinhar ações que sejam baseadas na redução de desigualdades e o desenvolvimento regional sustentável e inclusivo.
“Queremos chegar à COP30 com um relatório unificado das ações do MIDR, em acordo com o presidente do evento, o Embaixador André Corrêa do Lago, para conciliar as políticas públicas do ministério, que visam a diminuição das desigualdades regionais com comprometimento com a agenda climática”, afirmou Valder Ribeiro.
Na ocasião, foram abordadas aderências entre os programas das secretarias com a agenda da COP, incluindo biodiversidade, bioeconomia, ciência, tecnologia e inovação, e a definição de indicadores para propostas de soluções. Também houve sugestões quanto à mensagem-chave a ser adotada pelo MIDR no evento.
Indicadores para propostas de soluções
O secretário Nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros, Eduardo Tavares, ressaltou o direcionamento feito pelo ministro Waldez Góes para o Comitê. “A preocupação do ministro é fortalecer o posicionamento do Brasil enquanto anfitrião da COP. É importante que o ministério entenda todas as dinâmicas, as possibilidades que estão acontecendo de forma paralela, e tenha muito cuidado com divergências para estabelecer como o Brasil vai se posicionar”, reforçou Eduardo Tavares.
Além de promover reuniões com o alto escalão do MIDR, o Comitê tem como objetivo estabelecer um espaço de troca de informações e diálogo com outras pastas, a academia, e diversos órgãos para debater oportunidades de contribuição na COP30.
O encontro contou com representantes das Superintendências de Desenvolvimento da Amazônia, do Centro-Oeste e do Nordeste, além das assessorias Internacional e de Participação Social e Diversidade.
Fonte: MIDR
A primeira reunião do Comitê Permanente de Resiliência Climática do MIDR aconteceu nesta segunda-feira, 10 de fevereiro, para iniciar o planejamento da atuação na COP30, a conferência da ONU sobre mudanças climáticas de 2025.
O grupo reúne todas as secretarias e entidades ligadas ao MIDR para definir um plano estratégico com temas e metas sobre meio ambiente e resiliência climática.
O secretário-executivo do MIDR e presidente do Comitê, Valder Ribeiro, afirmou que o principal objetivo é alinhar ações focadas na redução das desigualdades e no desenvolvimento regional sustentável e inclusivo.
"Queremos chegar à COP30, primeiro, com um relatório unificado e conciliado das ações do Ministério; segundo, em conciliação com o que será definido pelo presidente da COP30, para que a gente possa, no âmbito da política pública do Ministério — que é de diminuição das desigualdades regionais e de integração —, atender as pessoas que estão, vamos dizer assim, ao fim e ao cabo, que precisam dessa política pública, mas com toda responsabilidade, sustentabilidade e comprometimento com a agenda climática."
A reunião discutiu como os programas das secretarias se alinham à agenda da COP, abordando temas como biodiversidade, bioeconomia, tecnologia e indicadores de dados. Também foram sugeridas mensagens-chave para o MIDR no evento.
O encontro contou com representantes das Superintendências de Desenvolvimento da Amazônia, do Centro-Oeste e do Nordeste, além das assessorias Internacional e de Participação Social e Diversidade.
Para saber mais sobre as ações do governo federal em integração e desenvolvimento regional, acesse: mdr.gov.br