Economia - Auxílio emergencial·16 de março de 2021

Congresso Nacional promulga emenda que garante volta do auxílio emergencial

Agora, cabe ao governo federal editar medida provisória que determine público, valores e quantidade de parcelas

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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O Congresso Nacional promulgou nesta segunda-feira (15) a Emenda Constitucional 109/2021. O texto é resultado da aprovação da PEC Emergencial, que abre espaço para a volta do auxílio emergencial este ano. 

O governo deve oferecer mais quatro parcelas do benefício aos mais afetados pela pandemia. Os valores devem variar entre R$ 150 e R$ 375, a depender da composição familiar. No entanto, o Executivo ainda vai editar medida provisória com a definição do valor e da quantidade de parcelas do auxílio emergencial. 

No ano passado, o auxílio chegou a 68 milhões de brasileiros e custou R$ 292 bilhões aos cofres públicos. Dessa vez, o benefício deve se restringir a um público menor, uma vez que a PEC Emergencial limitou a R$ 44 bi o que o governo pode gastar para pagamento do benefício. 

Vale lembrar que para conseguir a liberação dos recursos para o auxílio, foi necessária a criação de gatilhos, que podem ser acionados para conter as despesas públicas sempre que elas atingirem um patamar elevado. 

Média do auxílio emergencial será de R$ 250, segundo ministro da Economia

 O Congresso Nacional promulgou nesta segunda-feira (15) a Emenda Constitucional 109/2021. O texto é resultado da aprovação da PEC Emergencial, que abre espaço para a volta do auxílio emergencial este ano. 
 
O governo deve oferecer mais quatro parcelas do benefício aos mais afetados pela pandemia. Os valores devem variar entre R$ 150 e R$ 375, a depender da composição familiar. No entanto, o Executivo ainda vai editar medida provisória com a definição do valor e da quantidade de parcelas do auxílio emergencial. 
 
No ano passado, o auxílio chegou a 68 milhões de brasileiros e custou R$ 292 bilhões aos cofres públicos. Dessa vez, o benefício deve se restringir a um público menor, uma vez que a PEC Emergencial limitou a R$ 44 bi o que o governo pode gastar para pagamento do benefício. 
 
Vale lembrar que para conseguir a liberação dos recursos para o auxílio, foi necessária a criação de gatilhos, que podem ser acionados para conter as despesas públicas sempre que elas atingirem um patamar elevado. 
 
Reportagem, Felipe Moura. 

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.