Infraestrutura - Brasil Mineral·02 de maio de 2023

Congresso aprova R$ 4,2 bilhões para MCTI

Crédito suplementar é para pagar despesas do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT)

Por Revista Brasil MineralEditada pela Signus Editora, desde 1984, é a principal publicação brasileira cobrindo todas as áreas relacionadas ao setor mineral: geologia, extração mineral, metalurgia e siderurgia.
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O Congresso Nacional aprovou projeto que abre crédito suplementar para o Ministério da Ciência e Tecnologia no valor de R$ 4,182 bilhões para pagar despesas do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT – PLN 1/23). O projeto foi relatado pela deputada Dilvanda Faro (PT-PA) e segue para sanção presidencial.

Os recursos serão utilizados para o pagamento de despesas de administração e operacionais do FNDCT; equalizar a taxa de juros dos financiamentos para inovação tecnológica; investir em empresas inovadoras; subsidiar projetos de desenvolvimento tecnológico e financiar projetos de desenvolvimento tecnológico de empresas. Além disso, o montante será aplicado na implantação do reator multipropósito brasileiro; manter os contratos de gestão com organizações sociais e fomentar pesquisas, além de custear diversos projetos institucionais e de implantação, recuperação e modernização da infraestrutura de pesquisa das instituições públicas.

O Congresso Nacional aprovou um projeto que destina recursos para o Ministério da Ciência e Tecnologia no valor de mais de quatro bilhões de reais. O dinheiro é para pagar despesas do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. O projeto foi relatado pela deputada Dilvanda Faro (PT-PA) e segue para sanção presidencial.

Os recursos serão usados para o pagamento de despesas de administração e operacionais do Fundo e equalizar a taxa de juros dos financiamentos para inovação tecnológica. Além de investir em empresas inovadoras, subsidiar projetos de desenvolvimento tecnológico e financiar projetos de desenvolvimento tecnológico de empresas. 

Além disso, o montante vai ser aplicado para manter os contratos de gestão com organizações sociais e fomentar pesquisas, além de custear diversos projetos institucionais e de implantação, recuperação e modernização da infraestrutura de pesquisa das instituições públicas.

Com informações da Revista Brasil Mineral, reportagem, Sophia Stein

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