Economia·27 de janeiro de 2021

Confiança do consumidor sofre queda pelo quarto mês seguido, aponta FGV

O patamar é o menor desde junho de 2020, quando atingiu 71,1 pontos

Por Luciana BuenoJornalista formada há 15 anos e pós-graduada em ciências políticas, com experiência em redação, rádio, televisão e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil 61, passou por importantes órgãos, como Ministério da Saúde e Ministério da Justiça além de grandes emissoras como, TV Bandeirantes, Record e TV Globo. Possui experiência em gerenciamento de crise, jornalismo web, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio, televisão e assessoria de comunicação.
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O Índice de Confiança do Consumidor sofreu queda de 2,7 pontos entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021. Os dados são da Fundação Getulio Vargas (FGV). Essa foi a quarta queda seguida do indicador, que chegou a 75,8 pontos em uma escala de zero a 200 pontos. O patamar é o menor desde junho de 2020, quando atingiu 71,1 pontos.

Já o Índice de Situação Atual, que mede a confiança do consumidor brasileiro em relação ao presente, diminuiu 1,6 ponto e atingiu 68,1. Esse foi o menor nível para o indicador desde maio de 2020, quando foram atingidos 65 pontos. O índice de Expectativas, por sua vez, reduziu 3,5 pontos e passou para 82,1.

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Segundo a pesquisadora da FGV, Viviane Bittencourt, “sem o suporte dos benefícios emergenciais, às famílias continuam postergando consumo e dependendo da recuperação do mercado de trabalho, que tende a ser lenta diante do cenário atual.”

O Índice de Confiança do Consumidor sofreu queda de 2,7 pontos entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021. Os dados são da Fundação Getulio Vargas (FGV). Essa foi a quarta queda seguida do indicador, que chegou a 75,8 pontos em uma escala de zero a 200 pontos. O patamar é o menor desde junho de 2020, quando atingiu 71,1 pontos.

Já o Índice de Situação Atual, que mede a confiança do consumidor brasileiro em relação ao presente, diminuiu 1,6 ponto e atingiu 68,1. Esse foi o menor nível para o indicador desde maio de 2020, quando foram atingidos 65 pontos. O índice de Expectativas, por sua vez, reduziu 3,5 pontos e passou para 82,1.

Segundo a pesquisadora da FGV, Viviane Bittencourt, “sem o suporte dos benefícios emergenciais, às famílias continuam postergando consumo e dependendo da recuperação do mercado de trabalho, que tende a ser lenta diante do cenário atual.”

Reportagem, Marquezan Araújo

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Sobre a repórter

Luciana Bueno

Jornalista formada há 15 anos e pós-graduada em ciências políticas, com experiência em redação, rádio, televisão e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil 61, passou por importantes órgãos, como Ministério da Saúde e Ministério da Justiça além de grandes emissoras como, TV Bandeirantes, Record e TV Globo. Possui experiência em gerenciamento de crise, jornalismo web, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio, televisão e assessoria de comunicação.