Economia - Comércio·30 de agosto de 2026

Confiança do comércio recua 0,6% em agosto

Índice da CNC cai para 101,3 pontos, menor nível desde novembro de 2025; avaliação das condições atuais pressionou o resultado

Por Viviane Bessa
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O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) caiu 0,6% em agosto, já descontados os efeitos sazonais, e atingiu 101,3 pontos, o menor nível desde novembro de 2025. Na comparação com agosto do ano passado, o indicador registrou queda de 0,7%, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

A redução mensal foi influenciada principalmente pela avaliação das condições atuais, que recuou 2,5%. A percepção sobre o setor caiu 3,2%, enquanto a avaliação da própria empresa teve retração de 2,1%. Em sentido contrário, as expectativas avançaram 0,4%, com alta de 1,1% nas perspectivas para a economia e de 0,3% para o setor.

Entre os segmentos, a confiança caiu 0,8% entre supermercados, farmácias e lojas de cosméticos, 0,5%no comércio de bens duráveis e 0,2% no segmento de roupas, calçados, tecidos e acessórios.

Apesar da queda na confiança, a intenção de contratação de funcionários cresceu 0,6% no mês e 1,5% em relação a agosto de 2025. Já o indicador geral de intenções de investimentos apresentou redução mensal de 0,3%, mas ficou 0,1% acima do registrado há um ano.

Acesse a pesquisa completa do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) aqui.

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O Índice de Confiança do Empresário do Comércio caiu 0,6% em agosto e chegou a 101,3 pontos, o menor nível desde novembro do ano passado. Na comparação com agosto de 2025, a queda foi de 0,7%. Os dados são da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, a CNC.

O resultado foi pressionado principalmente pela avaliação das condições atuais, que recuou 2,5% no mês. A percepção dos empresários sobre o setor caiu 3,2%, enquanto a avaliação da própria empresa teve redução de 2,1%. Já as expectativas avançaram 0,4%.

Entre os segmentos pesquisados, a confiança caiu 0,8% em supermercados, farmácias e lojas de cosméticos, 0,5% no comércio de bens duráveis e 0,2% no segmento de roupas, calçados, tecidos e acessórios.

Apesar da queda do índice, a intenção de contratar funcionários cresceu 0,6% em agosto e 1,5% na comparação anual. Já as intenções de investimentos recuaram 0,3% no mês.

Reportagem, Viviane Bessa.
 

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