Economia - Comércio·27 de março de 2021

Confiança do comércio cai 18,5 pontos em todo o país

Indicador chegou a 72,5 pontos, em uma escala de zero a 200, sendo o menor patamar desde maio do ano passado

Por Laísa LopesRepórter com atuação em rádio, TV e assessoria de imprensa. Trabalhou no portal Metrópoles, na Rádio Senado e na assessoria de comunicação da Polícia Federal. Além disso, fez parte da equipe do programa Ricardo Noronha Show, da TV Brasília.
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O Índice de Confiança do Comércio em todo o país caiu 18,5 pontos de fevereiro para março, segundo cálculo da Fundação Getulio Vargas (FGV). Com isso, o indicador chegou a 72,5 pontos, em uma escala de zero a 200, sendo o menor patamar desde maio do ano passado (67,4 pontos).  

A confiança dos empresários recuou em seis segmentos do comércio.

O Índice da Situação Atual, que mede a confiança do empresariado no presente, caiu 10,6 pontos e chegou a 75,9 pontos.

Já o Índice de Expectativas, que apura a confiança no futuro, teve uma queda ainda maior, de 25,7 pontos, e foi para 70,2.

De acordo com o pesquisador da FGV Rodolpho Tobler, o recrudescimento recente da pandemia de covid-19, associado à lentidão do programa de imunização e à adoção de medidas de restrição à circulação, ajudam a explicar o cenário negativo na visão do setor. Os próximos meses serão desafiadores e o retorno a uma rota de recuperação dependerá da melhora efetiva dos números da pandemia. 

O Índice de Confiança do Comércio em todo o país caiu 18,5 pontos de fevereiro para março, segundo cálculo da Fundação Getulio Vargas (FGV). Com isso, o indicador chegou a 72,5 pontos, em uma escala de zero a 200, sendo o menor patamar desde maio do ano passado (67,4 pontos).  
A confiança dos empresários recuou em seis segmentos do comércio.

O Índice da Situação Atual, que mede a confiança do empresariado no presente, caiu 10,6 pontos e chegou a 75,9 pontos.

Já o Índice de Expectativas, que apura a confiança no futuro, teve uma queda ainda maior, de 25,7 pontos, e foi para 70,2.

De acordo com o pesquisador da FGV Rodolpho Tobler, o recrudescimento recente da pandemia de covid-19, associado à lentidão do programa de imunização e à adoção de medidas de restrição à circulação, ajudam a explicar o cenário negativo na visão do setor. Os próximos meses serão desafiadores e o retorno a uma rota de recuperação dependerá da melhora efetiva dos números da pandemia. 

Reportagem, Laísa Lopes

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Sobre a repórter

Laísa Lopes

Repórter com atuação em rádio, TV e assessoria de imprensa. Trabalhou no portal Metrópoles, na Rádio Senado e na assessoria de comunicação da Polícia Federal. Além disso, fez parte da equipe do programa Ricardo Noronha Show, da TV Brasília.