Economia - Índice de Confiança na Indústria (ICI)·28 de junho de 2023

Confiança da Indústria sobe 1,1 ponto em junho

Há melhoria da percepção atual do setor e de expectativas

Por Luigi Mauri
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O Índice de Confiança da Indústria (ICI) do FGV IBRE subiu 1,1 ponto em junho, para 94,0 pontos. 

Houve alta da confiança em 13 dos 19 segmentos industriais pesquisados

O resultado reflete melhora tanto nas avaliações sobre a situação atual, quanto nas expectativas em relação aos próximos meses.

O Índice de Situação Atual (ISA) que avalia a percepção presente da indústria avançou 0,6 ponto. 

Entre os quesitos que integram a situação atual, o que mais influenciou positivamente foi a percepção dos empresários em relação ao nível de demanda. 

O indicador que mede a percepção dos empresários em relação à situação atual dos negócios também melhorou. 

No sentido contrário, o indicador que mede o nível de estoques piorou. O nível de estoques subiu e alcançou o maior patamar desde junho de 2020, mês que a economia sofria efeitos do lockdown. O aumento de estoques não é um bom indicador para a economia. 

Já o Índice de Expectativas (IE), que avalia a percepção futura sobre a indústria, também subiu 1,6 ponto. 

Os empresários estão menos pessimistas após as perspectivas  acumularem duas quedas consecutivas. 

Os indicadores que medem a produção prevista para os próximos três meses e a tendência dos negócios para os próximos seis meses foram os que exerceram maior influência no índice.

Também, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria teve ligeira melhora. 

Segundo especialistas da Fundação Getúlio Vargas, a FGV-IBRE, o atual cenário é desafiador para a indústria, com a taxa de juros elevada e aumento do endividamento, o que aponta para incerteza de empresários em relação ao segundo semestre. 

Porém, há melhora da demanda e os índices resultaram em resultados mais positivos que o esperado, revelando um certo otimismo no setor.

Os dados da sondagem da indústria são divulgados pela Fundação Getúlio Vargas, FGV IBRE. 

 

O Índice de Confiança da Indústria do FGV IBRE subiu 1,1 ponto em junho, para 94,0 pontos. 

Houve alta da confiança em 13 dos 19 segmentos industriais pesquisados

O resultado reflete melhora tanto nas avaliações sobre a situação atual, quanto nas expectativas em relação aos próximos meses.

O Índice de Situação Atual (ISA) que avalia a percepção presente da indústria avançou 0,6 ponto. 

Entre os quesitos que integram a situação atual, o que mais influenciou positivamente foi a percepção dos empresários em relação ao nível de demanda. 

O indicador que mede a percepção dos empresários em relação à situação atual dos negócios também melhorou. 

No sentido contrário, o indicador que mede o nível de estoques piorou. O nível de estoques subiu e alcançou o maior patamar desde junho de 2020, mês que a economia sofria efeitos do lockdown. O aumento de estoques não é um bom indicador para a economia. 

Já o Índice de Expectativas, que avalia a percepção futura sobre a indústria, também subiu 1,6 ponto. 

Os empresários estão menos pessimistas após as perspectivas acumularem duas quedas consecutivas. 

Os indicadores que medem a produção prevista para os próximos três meses e a tendência dos negócios para os próximos seis meses foram os que exerceram maior influência no índice.

Também, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria teve ligeira melhora. 

Segundo especialistas da Fundação Getúlio Vargas, a FGV-IBRE, o atual cenário pode ser desafiador para a indústria, com a taxa de juros elevada e aumento do endividamento, o que aponta para incerteza de empresários em relação ao segundo semestre. 

Porém, há melhora da demanda e os índices resultaram em resultados mais positivos que o esperado, revelando um certo otimismo no setor.

Os dados da sondagem da indústria são divulgados pela Fundação Getúlio Vargas, FGV IBRE. 

Reportagem Luigi Mauri, locução, Karina Chagas

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