Economia - Indústria·28 de setembro de 2023

Confiança da Indústria cai pelo terceiro mês consecutivo

Este é o pior resultado desde julho de 2020

Por Luigi Mauri
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O Índice de Confiança da Indústria (ICI) cedeu 0,5 pontos em setembro, para 91,0 pontos. Este é o pior resultado desde julho de 2020 (89,8 pontos).

Em médias móveis trimestrais, o índice recuou 1,0 ponto, para 91,4 pontos.

Houve queda da confiança em 11 dos 19 segmentos industriais pesquisados pela sondagem.

Para especialistas da Fundação Getúlio Vargas, a FGV, os resultados mostram que os empresários ainda continuam bastante afetados pela conjuntura macroeconômica atual de taxa de juros elevada e alto endividamento das famílias. 

Segundo eles, isto dificulta a recuperação da demanda e mantém as empresas com nível de estoques alto, principalmente nos segmentos produtores de bens de consumo.

O resultado apresenta melhoria das avaliações sobre a situação atual da economia, enquanto as expectativas em relação aos próximos meses apresentam piora.

Acerca da situação atual da economia, o que mais influenciou seu melhor desempenho no mês foi a percepção dos empresários sobre a situação presente dos negócios. 

O indicador que mede o nível atual de demanda se manteve estável e o nível de estoque voltou a piorar para o resultado mais baixo desde junho de 2020, quando a indústria ainda sofria os efeitos do lockdown. 

Com relação às expectativas, há perspectivas sobre a produção e para as contratações nos próximos três meses seguintes. 

O nível de utilização da capacidade instalada da indústria subiu 0,9 ponto percentual no mês, para 81,7%.

Os dados são do Instituto Brasileiro de Economia, FGV IBRE.

LOC.: O Índice de Confiança da Indústria (ICI) cedeu 0,5 pontos em setembro, para 91,0 pontos. Este é o pior resultado desde julho de 2020.

Em médias móveis trimestrais, o índice recuou 1,0 ponto.

Houve queda da confiança em 11 dos 19 segmentos industriais pesquisados pela sondagem.

Para especialistas da Fundação Getúlio Vargas, a FGV, os resultados mostram que os empresários ainda continuam bastante afetados pela conjuntura macroeconômica atual de taxa de juros elevada e alto endividamento das famílias. 

Segundo eles, isto dificulta a recuperação da demanda e mantém as empresas com nível de estoques alto, principalmente nos segmentos produtores de bens de consumo.

O resultado apresenta melhoria das avaliações sobre a situação atual da economia, enquanto as expectativas em relação aos próximos meses apresentam piora.

Acerca da situação atual da economia, o que mais influenciou seu melhor desempenho no mês foi a percepção dos empresários sobre a situação presente dos negócios. 

Os dados são do Instituto Brasileiro de Economia, FGV IBRE.

Reportagem, Luigi Mauri, narração, Sophia Stein. 

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