Economia·29 de julho de 2019

Confiança da indústria cai e atinge pior nível desde outubro de 2018

Pesquisa revela que 11 dos 19 segmentos analisados para a composição do índice apresentaram queda

Por Raphael CostaO repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.
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A indústria brasileira apresentou um cenário preocupante. De acordo com o Índice de Confiança da Indústria (ICI), realizado e divulgado pela Fundação Getúlio Vargas, o resultado do indicador para o mês de julho teve mais uma queda, atingindo o pior nível desde outubro de 2018. Segundo o ICI, a retração de julho foi de 0,9 pontos, chegando aos 94,8 pontos.

Na análise das médias trimestrais, o índice caiu pela quarta vez seguida, desta vez, com uma diminuição de 1 ponto.

A pesquisa revela que 11 dos 19 segmentos analisados para a composição do índice apresentaram queda. E o resultado pode ser explicado pela queda no Índice de Situação Atual, que recuou 2,2 pontos.

Na contramão da tendência de quedas, o Índice de Expectativas teve alta de 0,5 pontos, o primeiro aumento desde o início desse ano. Com a alta, o índice ficou com 95,3.

Para realizar a pesquisa, a FGV analisou o desempenho de 1.142 empresas entre os dias primeiro e 24 de julho.

A indústria brasileira apresentou um cenário preocupante. De acordo com o Índice de Confiança da Indústria (ICI), realizado e divulgado pela Fundação Getúlio Vargas, o resultado do indicador para o mês de julho teve mais uma queda, atingindo o pior nível desde outubro de 2018. Segundo o ICI, a retração de julho foi de 0,9 pontos, chegando aos 94,8 pontos.

Na análise das médias trimestrais, o índice caiu pela quarta vez seguida, desta vez, com uma diminuição de 1 ponto.

A pesquisa revela que 11 dos 19 segmentos analisados para a composição do índice apresentaram queda. E o resultado pode ser explicado pela queda no Índice de Situação Atual, que recuou 2,2 pontos.

Na contramão da tendência de quedas, o Índice de Expectativas teve alta de 0,5 pontos, o primeiro aumento desde o início desse ano. Com a alta, o índice ficou com 95,3.

Para realizar a pesquisa, a FGV analisou o desempenho de 1.142 empresas entre os dias primeiro e 24 de julho.

Reportagem, Raphael Costa

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Sobre a repórter

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.