Economia - Construção civil·26 de julho de 2023

Confiança da construção sobe 1,3 ponto em julho

Acesso ao crédito, contudo, ainda aparece entre os fatores que dificultam a melhora continuada da confiança

Por Luigi Mauri
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O Índice de Confiança da Construção (ICST) do FGV IBRE subiu 1,3 ponto em julho, para 95,2 pontos, após dois meses em queda. Em médias móveis trimestrais, o índice variou -0,1 ponto. 

O avanço do ICST deste mês refletiu o resultado favorável da percepção sobre a situação atual do setor e das expectativas futuras. 

Sobre a situação atual, os negócios avançaram, assim como o número de contratos. Pelas expectativas, há uma maior demanda futura. Porém, houve leve recuo da tendência dos negócios nos seis meses seguintes. 

As dificuldades do setor ocorrem em virtude da queda da utilização da capacidade da construção, motivada por menor utilização da capacidade da mão de obra, máquinas e equipamentos. 

Além disso, entre os fatores que dificultam a melhora continuada da confiança ao longo do ano está o acesso ao crédito, que está mais caro e difícil para a maioria das empresas. Em julho, 31,4% mencionaram dificuldade no acesso ao financiamento, enquanto apenas 9,9% indicaram facilidade. 

Especialistas da Fundação Getúlio Vargas, a FGV, destacam que a perspectiva de redução da taxa básica de juros da economia traz a perspectiva de alívio do cenário. 

Outra tendência é que confiança da construção oscile entre altos e baixos ao longo do ano, sendo que em julho prevaleceu o sentimento de melhoria. 

As informações são do Instituto Brasileiro de Economia, FGV IBRE. 

LOC.: O Índice de Confiança da Construção (ICST) do FGV IBRE subiu 1,3 ponto em julho, para 95,2 pontos, após dois meses em queda. Em médias móveis trimestrais, o índice variou -0,1 ponto. 

O avanço do ICST deste mês refletiu o resultado favorável da percepção sobre a situação atual do setor e das expectativas futuras. 

Sobre a situação atual, os negócios avançaram, assim como o número de contratos. Pelas expectativas, há uma maior demanda futura. Porém, houve leve recuo da tendência dos negócios nos seis meses seguintes. 

As dificuldades do setor ocorrem em virtude da queda da utilização da capacidade da construção, motivada por menor utilização da capacidade da mão de obra, máquinas e equipamentos. 

Além disso, entre os fatores que dificultam a melhora continuada da confiança ao longo do ano está o acesso ao crédito, que está mais caro e difícil para a maioria das empresas. Em julho, 31,4% mencionaram dificuldade no acesso ao financiamento, enquanto apenas 9,9% indicaram facilidade. 

Especialistas da Fundação Getúlio Vargas, a FGV, destacam que a perspectiva de redução da taxa básica de juros da economia traz a perspectiva de alívio do cenário. 

Outra tendência é que confiança da construção oscile entre altos e baixos ao longo do ano, sendo que em julho prevaleceu o sentimento de melhoria. 

Reportagem, Luigi Mauri, narração, Sophia Stein. 

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