Brasil·25 de julho de 2018

Concursos das Forças Armadas passam a oferecer reserva de cotas raciais

<p><font size="4" face="Times New Roman">.</font>O Instituto Tecnol&oacute;gico da Aeron&aacute;utica (ITA), uma das institui&ccedil;&otilde;es de ensino superior mais disputadas do pa&iacute;s, adotar&aacute; o sistema de cotas pela primeira vez no processo seletivo para 2019.&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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Os concursos para ingresso nas Forças Armadas passarão a oferecer reserva de vagas para candidatos negros. A novidade alcança os cargos efetivos e é fruto de um pedido judicial feito pelo Ministério Público Federal em Brasília, em 2015. A ação civil pública resultou em um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre o MPF e as três forças militares e já tem resultados práticos para os estudantes.

 

Como reflexo do acordo, o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), uma das instituições de ensino superior mais disputadas do país, adotará o sistema de cotas pela primeira vez no processo seletivo para 2019. Várias outras seleções foram alcançadas pela medida. Os concursos oferecidos pelo Colégio Naval, pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) e pela Academia de Força Aérea são alguns deles. O MPF ajuizou ação civil pública e posteriormente pediu o ajustamento de conduta fundamentado no que diz a Lei 12990/2014. A norma prevê expressamente a cota para negros e pardos no provimento de vagas na Administração Pública Federal. O MPF entende que as Forças Armadas fazem parte da estrutura da União e que o ingresso nessas instituições deve ser pelo que a lei determina. Em recente Ação Declaratória de Constitucionalidade – ADC 41 – o STF reforçou esse entendimento.

 
Com informações do MPF, reportagem, Storni Jr.

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