Brasil·18 de maio de 2019

Complexo da Vale em Barão dos Cocais (MG) é interditado pela ANM

Risco de rompimento foi informado pela empresa no dia 13 de maio

Por Raphael CostaO repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.
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O complexo minerário de Gongo Soco, na cidade de Barão dos Cocais em Minas Gerais, deve ser interditado. A estrutura, que pertence à Vale, tem riscos iminentes de rompimento, o que coloca os moradores da localidade em risco. Por isso, a determinação de interdição foi feita pela Agência Nacional de Mineração.

Em nota publicada no site da empresa, a Vale informa que está monitorando a situação da estrutura. A empresa reconhece a possibilidade de deslizamento do talude norte da cava, próximo à barragem sul superior, no entanto, afirma que o monitoramento feito pela empresa não traz evidências de alterações na barragem.

Cerca de seis mil habitantes da cidade estão na chamada zona secundária de salvamento, onde os rejeitos demorariam pouco mais de uma hora para chegar. Mais de 400 já haviam sido removidos em um outro momento, quando o nível de uma das barragens foi elevado.

A ANM também determinou que a Vale deve tomar medidas de emergência. No dia 13 de maio, segundo a autarquia, a Vale informou que a estrutura estava se movendo de uma forma que poderia causar um rompimento.

Ainda em nota, a mineradora informa que está repassando orientações e atualizações sobre a situação do talude para a comunidade da região e iniciou um simulado de emergência. A Vale ainda conta que está fazendo a distribuição de informativos impressos para a população.

O complexo minerário de Gongo Soco, na cidade de Barão dos Cocais em Minas Gerais, deve ser interditado. A estrutura, que pertence à Vale, tem riscos iminentes de rompimento, o que coloca os moradores da localidade em risco. Por isso, a determinação de interdição foi feito pela Agência Nacional de Mineração.

Em nota publicada no site da empresa, a Vale informa que está monitorando a situação da estrutura. A empresa reconhece a possibilidade de deslizamento do talude norte da cava, próximo à barragem sul superior, no entanto, afirma que o monitoramento feito pela empresa não traz evidências de alterações na barragem.

Cerca de seis mil habitantes da cidade estão na chamada zona secundária de salvamento, onde os rejeitos demorariam pouco mais de uma hora para chegar. Mais de 400 já haviam sido removidos em um outro momento, quando o nível de uma das barragens foi elevado.

A ANM também determinou que a Vale deve tomar medidas de emergência. No dia 13 de maio, segundo a autarquia, a Vale informou que a estrutura estava se movendo de uma forma que poderia causar um rompimento.

Ainda em nota, a mineradora informa que está repassando orientações e atualizações sobre a situação do talude para a comunidade da região e iniciou um simulado de emergência. A Vale ainda conta que está fazendo a distribuição de informativos impressos para a população.

Reportagem, Raphael Costa

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Sobre a repórter

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.