Brasil - Senado·28 de outubro de 2025

Comissão vota limite de endividamento de municípios na terça (28)

O projeto altera a Lei de Responsabilidade Fiscal para que as dívidas das prefeituras não ultrapassaem 30% da receita anual

Por Amanda Canellas
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Waldemir Barreto/Agência Senado
Waldemir Barreto/Agência Senado·Foto: Brasil 61

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado vota, nesta terça-feira (28), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 224/2019, que limita as dívidas de municípios às contas da União. De autoria do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), o projeto altera a Lei de Responsabilidade Fiscal para estabelecer que o comprometimento anual da receita das prefeituras com o pagamento dessas dívidas não poderá ultrapassar 30% da receita anual, incluindo as transferências constitucionais.

O relator da matéria, senador Esperidião Amin (PP-SC), apresentou-se favorável à proposta, mas recomendou ajustes: a inclusão de uma exceção ao limite de 30% para casos de municípios que não tenham capacidade de quitar as dívidas em um prazo de cinco anos; e a previsão de regras adicionais de controle financeiro para os municípios beneficiados pela limitação de endividamento. 

O que muda com o projeto

  • Redução na pressão financeira nas prefeituras para o pagamento de dívidas;
  • Maior capacidade de investimento em áreas como educação e saúde;
  • Diminuição na arrecadação da União, o que pode impactar o orçamento federal;
  • Melhorias em serviços públicos e qualidade de vida para a população dos municípios, devido ao aumento da capacidade de investimento local.

As informações podem ser consultadas no site Senado Notícias.

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado vota, nesta terça-feira (28), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 224/2019, que limita as dívidas de municípios às contas da União. De autoria do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), o projeto altera a Lei de Responsabilidade Fiscal para estabelecer que o comprometimento anual da receita das prefeituras com o pagamento dessas dívidas não poderá ultrapassar 30% da receita anual, incluindo as transferências constitucionais.

O relator da matéria, senador Esperidião Amin (PP-SC), apresentou-se favorável à proposta, mas recomendou ajustes: a inclusão de uma exceção ao limite de 30% para casos de municípios que não tenham capacidade de quitar as dívidas em um prazo de cinco anos; e a previsão de regras adicionais de controle financeiro para os municípios beneficiados pela limitação de endividamento. 

As principais mudanças previstas com a aprovação do projeto são: a redução na pressão financeira nas prefeituras para o pagamento de dívidas; o aumento de municípios com maior capacidade de investimento em áreas como educação e saúde; melhorias em serviços públicos e qualidade de vida para a população dos municípios; e a diminuição na arrecadação da União, o que pode impactar o orçamento federal.

As informações podem ser consultadas no site Senado Notícias

Amanda Canellas

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