Economia·27 de maio de 2019

Comércio fecha 1º trimestre no negativo e contraria tendência para o setor

Segmento de vestuário e calçados foi o que mais fechou lojas, com quase 400 estabelecimentos

Por Camila CostaJornalista formada há 10 anos, foi repórter de política no Jornal Tribuna do Brasil, do Jornal Alô Brasília e do Jornal de Brasília. Por cinco anos esteve no Correio Braziliense, como repórter da editoria de Cidades. Foi repórter e coordenadora de redação na Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), vinculada à Presidência da República. Recebeu, por duas vezes, o Prêmio PaulOOctavio de Jornalismo e, em 2014, o Prêmio Imprensa Embratel/Claro 15° Edição. Hoje, Camila é repórter da redação da Agência do Rádio.
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Mudança no setor do comércio fez com que mais lojas fechassem as portas do que abrissem, neste primeiro trimestre de 2019. De acordo com dados da Confederação Nacional do Comércio (CNC), entre janeiro e março, 39 pontos de venda encerrassem as atividades no País. O estudo foi feito com base nas informações prestadas por empresas formais e com vínculo empregatício, reunidas no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

O segmento de vestuário e calçados foi o que mais fechou lojas, com quase 400 estabelecimentos. Foi também o que mais demitiu trabalhadores, 65,7 mil pessoas, de um total de 101,4 mil funcionários no varejo como um todo.

Mudança no setor

O número total não é expressivo, mas significa uma mudança de rota na tendência do setor. Em 2018, os balanços mantiveram-se positivos. Entre outubro e dezembro, o saldo entre abertura e fechamento de lojas foi positivo em 4,8 mil unidades.

Mudança no setor do comércio fez com que mais lojas fechassem as portas do que abrissem, neste primeiro trimestre de 2019. De acordo com dados da Confederação Nacional do Comércio (CNC), entre janeiro e março, 39 pontos de venda encerraram as atividades no País. O estudo foi feito com base nas informações prestadas por empresas formais e com vínculo empregatício, reunidas no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

O segmento de vestuário e calçados foi o que mais fechou lojas, com quase 400 estabelecimentos. Foi também o que mais demitiu trabalhadores, sessenta e cinco mil e setecentas pessoas, de um total de cento e um mil e quatrocentos funcionários no varejo como um todo.

O número total não é expressivo, mas significa uma mudança de rota na tendência do setor. Em 2018, os balanços mantiveram-se positivos. Entre outubro e dezembro, o saldo entre abertura e fechamento de lojas foi positivo em 4,8 mil unidades.

Reportagem, Camila Costa

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Sobre a repórter

Camila Costa

Jornalista formada há 10 anos, foi repórter de política no Jornal Tribuna do Brasil, do Jornal Alô Brasília e do Jornal de Brasília. Por cinco anos esteve no Correio Braziliense, como repórter da editoria de Cidades. Foi repórter e coordenadora de redação na Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), vinculada à Presidência da República. Recebeu, por duas vezes, o Prêmio PaulOOctavio de Jornalismo e, em 2014, o Prêmio Imprensa Embratel/Claro 15° Edição. Hoje, Camila é repórter da redação da Agência do Rádio.