Brasil·30 de setembro de 2015

COMEÇAR DE NOVO: Reeducandos do sistema penitenciário recebem qualificação profissional no Pará

<p><b>REP&Oacute;RTER:</b>&nbsp;Manuela Bemerguy, de 27 anos, est&aacute; em pris&atilde;o domiciliar h&aacute; 10 meses. A reeducanda &eacute; uma das integrantes do programa Come&ccedil;ar de Novo, do Conselho Nacional de Justi&ccedil;a, o CNJ, e executado pelo Tribunal de Justi&ccedil;a do Par&aacute;. Oportunizar a reinser&ccedil;&atilde;o no mercado de trabalho por meio meio da qualifica&ccedil;&atilde;o &eacute; um dos objetivos do Come&ccedil;ar de Novo. Manuela &eacute; uma das participantes do treinamento de higieniza&ccedil;&atilde;o e digitaliza&ccedil;&atilde;o de documentos. O curso &eacute; voltado aos reeducandos do sistema penitenci&aacute;rio do Estado. Manuela afirma que se sente agradecida pela oportunidade de capacita&ccedil;&atilde;o profissional.</p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: Manuela Bemerguy, de 27 anos, está em prisão domiciliar há 10 meses. A reeducanda é uma das integrantes do programa Começar de Novo, do Conselho Nacional de Justiça, o CNJ, e executado pelo Tribunal de Justiça do Pará. Oportunizar a reinserção no mercado de trabalho por meio meio da qualificação é um dos objetivos do Começar de Novo. Manuela é uma das participantes do treinamento de higienização e digitalização de documentos. O curso é voltado aos reeducandos do sistema penitenciário do Estado. Manuela afirma que se sente agradecida pela oportunidade de capacitação profissional.
SONORA: Reeducanda Manuela Bemerguy
“Eu acho muito bom, porque é uma forma que a gente tem para aprender mais outras experiências. Ter uma oportunidade que eles estão dando para egressos do sistema penal. A gente trabalhando com a higienização de documentos e a digitalização também é muito bom está nesse treinamento.”
REPÓRTER: O curso  é oferecido pelaDivisão de Documentação e Arquivo do Tribunal de Justiça do Pará com a duração de uma semana. Entre os instrutores do curso, estão Silvio Pinheiro e Fabrício Silva, reeducandos que já desenvolvem atividades no Arquivo Geral do Judiciário paraense. A chefe da Divisão de Documentação e Arquivo, Leiliane Rabelo, explica que o objetivo do treinamento é formar um cadastro de reserva e qualificar os reeducandos para atuação profissional no mercado de trabalho.
SONORA: Chefe da Divisão de Documentação e Arquivo, Leiliane Rabelo
“Esse projeto trabalha com a inserção de presos no mercado de trabalho. A gente percebe que como eles veem com muita garra, muita vontade atender, a gente tem essa certeza de que eles vão sair daqui com pelo menos, uma perspectiva melhor para o mercado de trabalho. Aqui eles são muito bem acolhidos.
REPÓRTER: Os serviços de higienização e digitalização de documentos são executados por internos do sistema penal dos regimes semiaberto e prisão domiciliar desde outubro de 2014, quando foi fechada uma parceria com a 1ª Vara de Execuções Penais, que coordena o programa Começar de Novo no Pará. Atualmente, os dois serviços do Arquivo Geral contam com 11 reeducandos.   
Reportagem, Marcela Coelho 

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