Localizado em Natal, o Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis, tem como objetivo desenvolver sistemas de energias renováveis para instalações industriais e residências. Segundo o diretor do instituto, Antônio Medeiros, o local desenvolve projetos voltados para o aprimoramento de equipamentos voltados para a geração de energia renovável.
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“A gente oferece uma série de serviços com foco em aprimoramento de equipamentos para geração de energia renovável, inserção de energia renovável em processos industriais, e um pouco de mapeamento em outras áreas de energias renováveis que não se concentram em eólica e solar, tipo maré, biocombustíveis”.
Os equipamentos desenvolvidos pelo Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis são desenvolvidos com o objetivo de criar soluções ágeis e inovadoras voltadas para o aumento da produtividade da indústria com um melhor aproveitamento dos recursos renováveis.
O instituto desenvolveu, em conjunto com a empresa LogAp, o software Windbox, que analisa os equipamentos utilizados para a captação de energia eólica. É o que explica o diretor-comercial da LogAp Sistemas, Danilo Barros.
“Cada turbina eólica gera uma informação. De produção, de velocidade de vento, humidade relativa do ar, informações de problemas técnicos. E essas informações ficam, digamos, armazenados em um canto, e não tem uma inteligência por trás delas para o gestor. Então, o que a nossa ferramenta faz é coletar essa informação, pegar a informação de cada máquina dessa, de cada gerador, e extrair índices que auxiliem o gestor”.
O Brasil ganhou cinco posições no Índice Global de Inovação divulgado neste ano, subindo do 69º para o 64º lugar em um ranking de 126 países. O 64º lugar é melhor do Brasil desde 2014. Nos dois últimos anos, o Brasil ficou estagnado na 69ª posição.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI), entregou um documento com 43 propostas voltadas para o desenvolvimento da indústria nacional aos candidatos à Presidência da República. Entre as recomendações, o plano possui uma agenda de políticas voltadas para a inovação. Segundo o arquivo, a competitividade das empresas depende, cada vez mais, da sua capacidade de inovar.
Reportagem, Paulo Henrique Gomes