Ciência & Tecnologia·24 de outubro de 2018

Com produtos inovadores, Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis busca opções para avanço da energia limpa no país

<p>O Brasil ganhou cinco posi&ccedil;&otilde;es no &Iacute;ndice Global de Inova&ccedil;&atilde;o divulgado neste ano, subindo do 69&ordm; para o 64&ordm; lugar em um ranking de 126 pa&iacute;ses</p>

Por Agência do Rádio
Áudio · 00:02:32
Ouvir áudio · 00:02:32Copiar texto

Localizado em Natal, o Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis, tem como objetivo desenvolver sistemas de energias renováveis para instalações industriais e residências. Segundo o diretor do instituto, Antônio Medeiros, o local desenvolve projetos voltados para o aprimoramento de equipamentos voltados para a geração de energia renovável.

MAIS: Acesse a versão desta matéria para blogs e sites

“A gente oferece uma série de serviços com foco em aprimoramento de equipamentos para geração de energia renovável, inserção de energia renovável em processos industriais, e um pouco de mapeamento em outras áreas de energias renováveis que não se concentram em eólica e solar, tipo maré, biocombustíveis”.

Os equipamentos desenvolvidos pelo Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis são desenvolvidos com o objetivo de criar soluções ágeis e inovadoras voltadas para o aumento da produtividade da indústria com um melhor aproveitamento dos recursos renováveis.

O instituto desenvolveu, em conjunto com a empresa LogAp, o software Windbox, que analisa os equipamentos utilizados para a captação de energia eólica. É o que explica o diretor-comercial da LogAp Sistemas, Danilo Barros.

“Cada turbina eólica gera uma informação. De produção, de velocidade de vento, humidade relativa do ar, informações de problemas técnicos. E essas informações ficam, digamos, armazenados em um canto, e não tem uma inteligência por trás delas para o gestor. Então, o que a nossa ferramenta faz é coletar essa informação, pegar a informação de cada máquina dessa, de cada gerador, e extrair índices que auxiliem o gestor”.

O Brasil ganhou cinco posições no Índice Global de Inovação divulgado neste ano, subindo do 69º para o 64º lugar em um ranking de 126 países. O 64º lugar é melhor do Brasil desde 2014. Nos dois últimos anos, o Brasil ficou estagnado na 69ª posição.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), entregou um documento com 43 propostas voltadas para o desenvolvimento da indústria nacional aos candidatos à Presidência da República. Entre as recomendações, o plano possui uma agenda de políticas voltadas para a inovação. Segundo o arquivo, a competitividade das empresas depende, cada vez mais, da sua capacidade de inovar.

Reportagem, Paulo Henrique Gomes

Últimas notícias

Indústria

Indústria tem pior índice de satisfação com lucro desde a pandemia

Eleições 2026

Celina Leão lidera disputa pelo governo do DF com 59,3% dos votos válidos

Brasil Gestor

Tarifaço: São João da Barra (RJ) lidera perdas municipais nas exportações aos EUA; veja ranking

Eleições 2026

Agregador de pesquisas indica chance de 79% de vitória de Flávio Bolsonaro

Empresas

Inadimplência de empresas bate recorde e chega a 9,3 milhões de CNPJs; Sudeste concentra a maior parte

Sobre a repórter

Agência do Rádio