Saúde·02 de abril de 2020

Com aproximadamente 1,5 milhão de pessoas, microrregião de Santos (SP) tem 128 casos de dengue até o fim de fevereiro

Cubatão foi o local com maior número de casos de confirmados da microrregião, 58. O número representa mais de 45% dos registros

Por Agência do Rádio
Áudio · 00:02:23
Ouvir áudio · 00:02:23Copiar texto

Com população de aproximadamente 1,5 milhão de pessoas, a microrregião de Santos, que inclui os municípios de Bertioga, Cubatão, Guarujá, Praia Grande, São Vicente e Santos, registrou 128 casos confirmados de dengue nos dois primeiros meses deste ano.

Cubatão foi o local com maior número de casos de confirmados da microrregião, 58. O número representa mais de 45% dos registros. Praia Grande foi o local com o menor número de casos, dois.

O chefe da Superintendência de Controle de Endemias do estado de São Paulo, Marcos Boulos, explica que o governo estadual possui um grupo de trabalho com os secretários de saúde dos municípios para organizar as estratégias de combate ao Aedes aegypti.

“Nós fizemos uma comissão de acompanhamento e trabalho para fazer protocolos de atendimento, treinamento de pessoas, organizar a questão do uso adequado do inseticida nas regiões para evitar o aumento de mosquito.”

Além do trabalho das prefeituras e dos agentes de endemias, as autoridades de saúde reforçam o papel dos moradores no combate a focos do Aedes, dentro das casas.

O Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, alerta que o período de maior incidência da dengue no país vai coincidir, muito provavelmente, com o pico de contaminação do COVID-19 e, por isso, é fundamental que a população aproveite a quarentena para, também, se proteger do mosquito transmissor.

“Nós teremos, pelo menos, três epidemias simultâneas: coronavírus, que é uma novidade; teremos Influenza, que é uma rotina, todo ano acontece, e teremos, também, o pico de dengue. Então, é fundamental, e eu tenho chamado atenção, aproveitem que estão em casa e limpem o quintal, eliminem os focos de dengue”.

O Ministério da Saúde recomenda à população tirar 10 minutos do dia para verificar se existe algum tipo de depósito de água no quintal ou dentro de casa. Os pequenos depósitos móveis, como vasilha de água do animal de estimação e vasos de plantas, devem ser lavados com água e sabão, ao menos uma vez por semana. Além disso, é preciso descartar o lixo em local adequado e limpar calhas.

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.

Com população de aproximadamente 1,5 milhão de pessoas, a microrregião de Santos, que inclui os municípios de Bertioga, Cubatão, Guarujá, Praia Grande, São Vicente e Santos, registrou 128 casos confirmados de dengue nos dois primeiros meses deste ano.

Cubatão foi o local com maior número de casos de confirmados da microrregião, 58. O número representa mais de 45% dos registros. Praia Grande foi o local com o menor número de casos, dois.

O chefe da Superintendência de Controle de Endemias do estado de São Paulo, Marcos Boulos, explica que o governo estadual possui um grupo de trabalho com os secretários de saúde dos municípios para organizar as estratégias de combate ao Aedes aegypti.

TEC./SONORA:  Marcos Boulos, superintendente de Controle de Endemias de São Paulo

“Nós fizemos uma comissão de acompanhamento e trabalho para fazer protocolos de atendimento, treinamento de pessoas, organizar a questão do uso adequado do inseticida nas regiões para evitar o aumento de mosquito.”

Além do trabalho das prefeituras e dos agentes de endemias, as autoridades de saúde reforçam o papel dos moradores no combate a focos do Aedes, dentro das casas.

O Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, alerta que o período de maior incidência da dengue no país vai coincidir, muito provavelmente, com o pico de contaminação do COVID-19 e, por isso, é fundamental que a população aproveite a quarentena para, também, se proteger do mosquito transmissor.

TEC/SONORA: Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira

“Nós teremos, pelo menos, três epidemias simultâneas: coronavírus, que é uma novidade; teremos Influenza, que é uma rotina, todo ano acontece, e teremos, também, o pico de dengue. Então, é fundamental, e eu tenho chamado atenção, aproveitem que estão em casa e limpem o quintal, eliminem os focos de dengue”.

  O Ministério da Saúde recomenda à população tirar 10 minutos do dia para verificar se existe algum tipo de depósito de água no quintal ou dentro de casa. Os pequenos depósitos móveis, como vasilha de água do animal de estimação e vasos de plantas, devem ser lavados com água e sabão, ao menos uma vez por semana. Além disso, é preciso descartar o lixo em local adequado e limpar calhas.

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.

Últimas notícias

Indústria

Indústria tem pior índice de satisfação com lucro desde a pandemia

Eleições 2026

Celina Leão lidera disputa pelo governo do DF com 59,3% dos votos válidos

Brasil Gestor

Tarifaço: São João da Barra (RJ) lidera perdas municipais nas exportações aos EUA; veja ranking

Eleições 2026

Agregador de pesquisas indica chance de 79% de vitória de Flávio Bolsonaro

Empresas

Inadimplência de empresas bate recorde e chega a 9,3 milhões de CNPJs; Sudeste concentra a maior parte

Sobre a repórter

Agência do Rádio