Saúde·15 de abril de 2020

Cloroquina também será usada em pacientes graves

O medicamento vinha sendo administrado somente em pacientes com situação crítica. Já há alguns dias a aplicação da cloroquina tem sido monitorada em hospitais brasileiros, sob supervisão do Ministério da Saúde

Por Agência do Rádio
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O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que o uso de cloroquina será adotado também em pacientes de estado grave com infecção por coronavírus. Até então, o medicamento vinha sendo administrado somente em pacientes com situação crítica. Já há alguns dias a aplicação da cloroquina tem sido monitorada em hospitais brasileiros, sob supervisão do Ministério da Saúde.

O ministro afirma que os resultados de estudos científicos mais recentes sobre a eficácia do remédio no caso da Covid-19 ainda são frágeis, como o publicado pelo New England, principal periódico de medicina do mundo. Contudo, ele tem feito teleconferência com médicos experientes antes de tomar decisões.   

“Fiz uma reunião, em call, com David Uip, Fábio Jatene, Milton Arruda e Ederlon Rezende. Eu estou trabalhando com pouca gente, mas normalmente os cabeças brancas, aqueles que têm mais tempo e vivência, não só de sistema, mas de medicina. A gente está discutindo algumas possibilidades em tempos de tantas incertezas. É difícil, o papel, como a gente chama o trabalho científico, publicado no New England de ontem é muito frágil no caso da cloroquina.” 

Ainda segundo o ministro, mesmo com poucas evidências de que o medicamento tenha eficácia em pacientes graves, foi decidido, junto aos especialistas, que a cloroquina pode ser uma opção para evitar que mais pessoas infectadas precisem ir para o Centro de Tratamento Intensivo.

“A gente teve uma sensação de que o uso compassivo, que é só nos críticos – a gente divide os pacientes em formas leves, graves e críticas – estamos adotando para os críticos, vamos adotar também para os graves, que são aqueles que vão para o hospital, mas não ainda necessitando de CTI, mesmo que as evidências sejam frágeis, para que os médicos possam ter a opção dentro da farmacopéia pública de poder utilizá-los.”

Ministério da Saúde alerta que a cloroquina ainda não foi aprovada para uso no caso de infecção por conoravírus e que elaa está sendo administrada apenas em casos específicos, a critério médico. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Anvisa, as pessoas não podem se automedicar com cloroquina, principalmente por conta de seus efeitos colaterais, como problemas no fígado, no coração e nos olhos.

Idosos com 60 anos ou mais não devem frequentar locais públicos ou ter contato com outras pessoas. A máscara é recomendada para todos, principalmente para quem esta com sintomas de gripe e deve ser combinada com a limpeza frequente das mãos, descartada depois do uso e as mãos lavadas em seguida.

Se tiver qualquer sintoma de gripe, fique em isolamento domiciliar por 14 dias e só procure um hospital de referência se estiver com falta de ar. No isolamento é importante manter distância mínima de um metro das outras pessoas, janelas abertas para circulação do ar, porta fechada e limpar a maçaneta frequentemente com álcool 70% ou água sanitária. Siga as orientações do Ministério da Saúde para o isolamento.  

Para mais informações, acesse: saude.gov.br/coronavirus.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que o uso de cloroquina será adotado também em pacientes de estado grave com infecção por coronavírus. Até então, o medicamento vinha sendo administrado somente em pacientes com situação crítica. Já há alguns dias a aplicação da cloroquina tem sido monitorada em hospitais brasileiros, sob supervisão do Ministério da Saúde.

O ministro afirma que os resultados de estudos científicos mais recentes sobre a eficácia do remédio no caso da Covid-19 ainda são frágeis, como o publicado pelo New England, principal periódico de medicina do mundo. Contudo, ele tem feito teleconferência com médicos experientes antes de tomar decisões.   

TEC./SONORA: Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

“Fiz uma reunião, em call, com David Uip, Fábio Jatene, Milton Arruda e Ederlon Rezende. Eu estou trabalhando com pouca gente, mas normalmente os cabeças brancas, aqueles que têm mais tempo e vivência, não só de sistema, mas de medicina. A gente está discutindo algumas possibilidades em tempos de tantas incertezas. É difícil, o papel, como a gente chama o trabalho científico, publicado no New England de ontem é muito frágil no caso da cloroquina.” 

Ainda segundo o ministro, mesmo com poucas evidências de que o medicamento tenha eficácia em pacientes graves, foi decidido, junto aos especialistas, que a cloroquina pode ser uma opção para evitar que mais pessoas infectadas precisem ir para o Centro de Tratamento Intensivo.

TEC./SONORA: Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

“A gente teve uma sensação de que o uso compassivo, que é só nos críticos – a gente divide os pacientes em formas leves, graves e críticas – estamos adotando para os críticos, vamos adotar também para os graves, que são aqueles que vão para o hospital, mas não ainda necessitando de CTI, mesmo que as evidências sejam frágeis, para que os médicos possam ter a opção dentro da farmacopéia pública de poder utilizá-los.”

O Ministério da Saúde alerta que a cloroquina ainda não foi aprovada para uso no caso de infecção por conoravírus e que elaa está sendo administrada apenas em casos específicos, a critério médico. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Anvisa, as pessoas não podem se automedicar com cloroquina, principalmente por conta de seus efeitos colaterais, como problemas no fígado, no coração e nos olhos.

Idosos com 60 anos ou mais não devem frequentar locais públicos ou ter contato com outras pessoas. A máscara é recomendada para todos, principalmente para quem esta com sintomas de gripe e deve ser combinada com a limpeza frequente das mãos, descartada depois do uso e as mãos lavadas em seguida.

Se tiver qualquer sintoma de gripe, fique em isolamento domiciliar por 14 dias e só procure um hospital de referência se estiver com falta de ar. No isolamento é importante manter distância mínima de um metro das outras pessoas, janelas abertas para circulação do ar, porta fechada e limpar a maçaneta frequentemente com álcool 70% ou água sanitária. Siga as orientações do Ministério da Saúde para o isolamento.  

Para mais informações, acesse: saude.gov.br/coronavirus.

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