Saúde - Pandemia·13 de agosto de 2020

Cinco estados e o DF ainda não formalizaram plano de retomada, diz IPEA

Estudo analisou medidas adotadas pelas unidades da Federação até o final de julho

Por Daniel MarquesJornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.
Áudio · 00:01:11
Ouvir áudio · 00:01:11Copiar texto

Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) mostrou que os estados de Goiás, Paraná, Roraima, Santa Catarina e Tocantins, além do Distrito Federal, não possuíam, até o final de julho, um plano de retomada econômica. As unidades da Federação não formalizaram um planejamento de como será feita a retomada gradual, com a flexibilização das medidas de distanciamento social.

Para os pesquisadores, a falta desse documento faz com que não hajam critérios claros para a reabertura de lojas e o governo fica mais suscetível à pressão de setores da economia. Assim, o retorno às atividades pode acabar sendo feito de forma desordenada.

GO: Sancionada lei que cria Secretaria da Retomada

Projeto de Lei deve criar Plano de retomada das atividades após a pandemia

Os estudos também mostraram que dos 21 estados que formularam planos de retomada baseados em indicadores de saúde pública, apenas 14 têm fórmulas de cálculo claras e transparentes. O estudo também mostrou que em muitas localidades o plano estadual não é seguido: em 14 estados pelo menos dois terços dos municípios (incluindo a capital) seguem o planejamento. Para os pesquisadores, o maior obstáculo para uma retomada efetiva é a falta de uma política de testagem da população.

Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) mostrou que os estados de Goiás, Paraná, Roraima, Santa Catarina e Tocantins, além do Distrito Federal, não possuíam, até o final de julho, um plano de retomada econômica. As unidades da Federação não formalizaram um planejamento de como será feita a retomada gradual, com a flexibilização das medidas de distanciamento social.

Para os pesquisadores, a falta desse documento faz com que não hajam critérios claros para a reabertura de lojas e o governo fica mais suscetível à pressão de setores da economia. Assim, o retorno às atividades pode acabar sendo feito de forma desordenada.

Os estudos também mostraram que dos 21 estados que formularam planos de retomada baseados em indicadores de saúde pública, apenas 14 têm fórmulas de cálculo claras e transparentes. O estudo também mostrou que em muitas localidades o plano estadual não é seguido: em 14 estados pelo menos dois terços dos municípios (incluindo a capital) seguem o planejamento. Para os pesquisadores, o maior obstáculo para uma retomada efetiva é a falta de uma política de testagem da população.

Últimas notícias

SESI

SESI abre matrículas em diversos estados para 2027 com bolsas de até 100%

Empreendedorismo

Empreendedoras do DF defendem mais acesso ao crédito e participação nas políticas públicas

Eleições

RealTime Big Data: Vicentinho Júnior tem 52% dos votos válidos e Dorinha, 48%, no Tocantins

Eleições

Realtime Big Data: Allyson tem 52% dos votos válidos e Cadu de Lula, 48%, no segundo turno no RN

Vacina

Anvisa aprova nova vacina contra 21 sorotipos de bactéria causadora de pneumonia e meningite

Sobre a repórter

Daniel Marques

Jornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.