Economia - Brasil Mineral·21 de fevereiro de 2022

Cimento: vendas registram queda de 8,6% em janeiro

O resultado foi puxado pelo agravamento da situação econômica brasileira e as questões sanitárias

Por Revista Brasil MineralEditada pela Signus Editora, desde 1984, é a principal publicação brasileira cobrindo todas as áreas relacionadas ao setor mineral: geologia, extração mineral, metalurgia e siderurgia.
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Segundo o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC), as vendas em janeiro somaram 4,6 milhões de toneladas, um recuo de 8,6% na comparação com o mesmo mês de 2021, mas 3,7% superior frente a dezembro do último ano.

O resultado foi puxado pelo agravamento da situação econômica brasileira e as questões sanitárias (Covid-19, com a variante Ômicron e Influenza), além da alta de juros e da inflação e fraco consumo da região Sudeste (queda de 13,3% no mês) - principalmente, pelas fortes chuvas que atingiram praticamente todo país, com destaque para São Paulo e Minas Gerais.

O setor segue pressionado com os constantes aumentos de custos dos insumos, principalmente energias elétrica e térmica (coque), sacaria e refratários, entre outros. Além disso, há um arrefecimento nas vendas de cimento destinadas ao autoconstrutor – ocasionado pelo alto desemprego, endividamento e diminuição da renda.

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Os principais indicadores da atividade em janeiro permanecem sendo a continuidade das construções imobiliárias – principalmente empreendimentos de médio e alto padrão - e a retomada, ainda que modesta, de obras de infraestrutura.

“O grande desafio do setor do cimento será assegurar o desempenho de 2019 a 2021 que contribuiu para recuperação de parte das perdas do período de 2015 a 2018 durante a pior crise da história da indústria do cimento”, disse Paulo Camillo Penna, presidente do SNIC.

Segundo o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento, as vendas em janeiro somaram 4,6 milhões de toneladas, um recuo de 8,6% na comparação com o mesmo mês de 2021, mas 3,7% superior frente a dezembro do último ano.

O resultado foi puxado pelo agravamento da situação econômica brasileira e as questões sanitárias, além da alta de juros e da inflação e o fraco consumo da região Sudeste principalmente, pelas fortes chuvas que atingiram praticamente todo país, com destaque para São Paulo e Minas Gerais.

O setor segue pressionado com os constantes aumentos de custos dos insumos, energias elétrica e térmica, sacaria e refratários, entre outros. Além disso, há um arrefecimento nas vendas de cimento destinadas ao autoconstrutor – ocasionado pelo alto desemprego, endividamento e diminuição da renda.

Os principais indicadores da atividade em janeiro permanecem sendo a continuidade das construções imobiliárias – principalmente empreendimentos de médio e alto padrão - e a retomada, ainda que modesta, de obras de infraestrutura.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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