Brasil·11 de março de 2019

Chuvas castigam RJ e causam 12 mortes em SP

Na capital paulista, principais vias e serviços de transporte estão comprometidos

Por Raphael CostaO repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.
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As fortes chuvas que atingiram a região metropolitana de São Paulo causaram a morte de doze pessoas até o fechamento desta matéria. O grande volume de água alagou ruas, avenidas e contribuiu para deslizamentos e soterramentos. Segundo o Corpo de Bombeiros, quatro pessoas morreram em Ribeirão Pires, no ABC Paulista, após o desabamento de uma casa. Foram registrados seis afogamentos, cinco deles na região. Uma criança também morreu em Embu das Artes após um deslizamento de terra. A última vítima, um homem de 45 anos, foi encontrado em um córrego em Santo André.

O grande volume de chuvas fez com que a Linha 10-Turquesa da CPTM fosse fechada. Na Marginal Tietê, uma das principais vias da capital, há alagamentos e alerta para um possível transbordamento. O rodízio de carros e a cobrança de Zona Azul também foram suspensos. O Córrego da Mooca e o Rio Tamanduateí transbordaram. 

Ainda de acordo com o Corpo de Bombeiros, até o fim da manhã a corporação foi acionada para 123 quedas de árvores e 94 desmoronamentos.

No Rio de Janeiro, a chuva também não deu trégua e a capital entrou em estágio de atenção por conta do grande volume de água. A Zona Oeste foi a mais atingida pela chuva, com bolsões de água em Rio das Pedras e Muzema. Em Jacarepaguá, teve alagamento na Avenida Engenheiro Souza Filho. Santa Cruz foi a região da cidade com maior volume de água registrado, mais de 50 milímetros.

Até o fechamento desta edição, não havia mortos ou feridos na capital fluminense.

As fortes chuvas que atingiram a região metropolitana de São Paulo causaram a morte de doze pessoas até o fechamento desta matéria. O grande volume de água alagou ruas, avenidas e contribuiu para deslizamentos e soterramentos. Segundo o Corpo de Bombeiros, quatro pessoas morreram em Ribeirão Pires, no ABC Paulista, após o desabamento de uma casa. Foram registrados seis afogamentos, cinco deles na região. Uma criança também morreu em Embu das Artes após um deslizamento de terra. A última vítima, um homem de 45 anos, foi encontrado em um córrego em Santo André.

O grande volume de chuvas fez com que a Linha 10-Turquesa da CPTM fosse fechada. Na Marginal Tietê, uma das principais vias da capital, há alagamentos e alerta para um possível transbordamento. O rodízio de carros e a cobrança de Zona Azul também foram suspensos. O Córrego da Mooca e o Rio Tamanduateí transbordaram. 

Ainda de acordo com o Corpo de Bombeiros, até o fim da manhã a corporação foi acionada para 123 quedas de árvores e 94 desmoronamentos.

No Rio de Janeiro, a chuva também não deu trégua e a capital entrou em estágio de atenção por conta do grande volume de água. A Zona Oeste foi a mais atingida pela chuva, com bolsões de água em Rio das Pedras e Muzema. Em Jacarepaguá, teve alagamento na Avenida Engenheiro Souza Filho. Santa Cruz foi a região da cidade com maior volume de água registrado, mais de 50 milímetros.

Até o fechamento desta edição, não havia mortos ou feridos na capital fluminense.

Reportagem, Raphael Costa
 

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Sobre a repórter

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.