Saúde - Saúde·30 de setembro de 2020

CGU e Polícia Federal investigam irregularidades com recursos da saúde no Pará

Operação apura contratação de Organizações Sociais em Saúde para gestão de hospitais pelo governo do estado

Por Thiago MarcoliniJornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.
Áudio · 00:01:05
Ouvir áudio · 00:01:05Copiar texto

A Controladoria-Geral da União (CGU) e a Polícia Federal investigam irregularidades na contratação, pelo governo do Pará, de Organizações Sociais em Saúde (OSS) para gestão de hospitais regionais e de campanha no estado. A apuração dos fatos começou após veículos de comunicação noticiarem que havia contratos irregulares em unidades hospitalares nos municípios de Belém, Marabá, Santarém e Breves.

PA: Mesários receberão EPIs durante as eleições municipais

Pará e Amazonas recebem recursos para o Programa de Aquisição de Alimentos para incentivo da agricultura familiar nos estados

Os contratos firmados visavam o fomento, gerenciamento, operacionalização e execução de atividades e serviços de saúde como medida de enfrentamento à pandemia. As apurações revelaram que um grupo de quatro Organizações Sociais em Saúde firmou, ao menos, 12 contratos ou termos aditivos com o governo do Pará entre agosto de 2019 e maio de 2020, totalizando aproximadamente R$ 1,2 bilhão. 

Além do Pará, a operação S.O.S cumpre 40 mandados de busca e apreensão em Goiás e no Rio Grande do Sul, além de 12 mandados de prisão temporária. O trabalho conta com a participação de 14 auditores da CGU e cerca de 200 policiais federais. 

A Controladoria-Geral da União (CGU) e a Polícia Federal investigam irregularidades na contratação, pelo governo do Pará, de Organizações Sociais em Saúde (OSS) para gestão de hospitais regionais e de campanha no estado. A apuração dos fatos começou após veículos de comunicação noticiarem que havia contratos irregulares em unidades hospitalares nos municípios de Belém, Marabá, Santarém e Breves.

Os contratos firmados visavam o fomento, gerenciamento, operacionalização e execução de atividades e serviços de saúde como medida de enfrentamento à pandemia. As apurações revelaram que um grupo de quatro Organizações Sociais em Saúde firmou, ao menos, 12 contratos ou termos aditivos com o governo do Pará entre agosto de 2019 e maio de 2020, totalizando aproximadamente R$ 1,2 bilhão. 

Além do Pará, a operação S.O.S cumpre 40 mandados de busca e apreensão em Goiás e no Rio Grande do Sul, além de 12 mandados de prisão temporária. O trabalho conta com a participação de 14 auditores da CGU e cerca de 200 policiais federais. 
 

Últimas notícias

Dólar

Dólar fecha a R$ 4,98 nesta sexta-feira (23) antes do segundo turno das eleições

Ibovespa

Ibovespa fecha em alta de 0,76% antes do segundo turno das eleições

Loteria

Resultado da Lotofácil 3812 (23/10/2026): números sorteados

Região Sul

O TEMPO E A TEMPERATURA: A Região Sul terá pancadas de chuva, trovoadas e alerta de tempestade neste sábado (24)

Região Centro-Oeste

O TEMPO E A TEMPERATURA: Centro-Oeste tem calor e chuva isolada no com alerta de tempestade em Mato Grosso do Sul neste sábado (24)

Sobre a repórter

Thiago Marcolini

Jornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.