Política - Eleições·21 de agosto de 2020

Candidato a prefeito de Miradiba (PE) é julgado por propaganda eleitoral antecipada

Segundo MPE, Claudynadson Gomes da Cruz comeu crimes ao realizar “showmícios”

Por Daniel MarquesJornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.
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O Ministério Público Eleitoral em Pernambuco pede que um pré-candidato a prefeito seja condenado por propaganda eleitoral antecipada, por ter promovido os chamados “showmícios”. Claudynadson Gomes da Cruz, conhecido como Natinho do Sindicato, é pré-candidato no município de Mirandiba (PE). Em outubro de 2019, ele promoveu uma festa de aniversário em praça pública, já se promovendo como candidato e divulgando o número do partido. Já em fevereiro ele também promoveu um evento se posicionando como candidato e divulgando o número do partido.

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Em primeira instância, ele foi condenado, mas recorreu, defendendo que os eventos não tinham como objetivo as eleições deste ano. Mas o Ministério Público Eleitoral defendeu que a divulgação do número do partido e o uso de slogans eleitorais junto a apresentações musicais configura os chamados “showmícios”, onde uma apresentação artística serve como divulgação de um candidato.

 O Ministério Público Eleitoral em Pernambuco pede que um pré-candidato a prefeito seja condenado por propaganda eleitoral antecipada, por ter promovido os chamados “showmícios”. Claudynadson Gomes da Cruz, conhecido como Natinho do Sindicato, é pré-candidato no município de Mirandiba (PE). Em outubro de 2019, ele promoveu uma festa de aniversário em praça pública, já se promovendo como candidato e divulgando o número do partido. Já em fevereiro ele também promoveu um evento se posicionando como candidato e divulgando o número do partido.

Em primeira instância, ele foi condenado, mas recorreu, defendendo que os eventos não tinham como objetivo as eleições deste ano. Mas o Ministério Público Eleitoral defendeu que a divulgação do número do partido e o uso de slogans eleitorais junto a apresentações musicais configura os chamados “showmícios”, onde uma apresentação artística serve como divulgação de um candidato.

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Sobre a repórter

Daniel Marques

Jornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.