Saúde - Cepa·28 de abril de 2021

Butantan detecta três novas cepas do coronavírus no estado de São Paulo

Detecções foram feitas em semana epidemiológica, por meio do sequenciamento genômico do vírus

Por Paloma CustódioPaloma Custódio é jornalista, radialista e graduada em Relações Internacionais. Atuou como produtora e repórter na Rede Boa Vontade de Comunicação (LBV), integrou a equipe de comunicação da ONU Brasil, foi roteirista do Grupo Bandeirantes e repórter do Agro Estadão.
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Pesquisadores do Instituto Butantan detectaram a existência de mais três cepas do coronavírus, no estado de São Paulo; entre elas, a B.1.351 (variante sul-africana) encontrada na Baixada Santista; a B.1.318 (variante da Suíça e do Reino Unido) em Itapecerica da Serra; e a N9 (mutação da P.1, de Manaus) em Jardinópolis.

A variante sul-africana é de preocupação, ou seja, possui indicadores de aumento na transmissibilidade e no aumento da severidade da doença, Já a N9 e a suíça são, por enquanto, variantes de interesse.

As detecções foram feitas no período de uma semana em que o Butantan realiza a vigilância de novas cepas, por meio do sequenciamento genômico de amostras positivas diagnosticadas em laboratórios. Esses estudos servem para elaboração de novas vacinas e, se houver necessidade, na atualização de vacinas existentes.

O que são as novas cepas do coronavírus?

Covid-19: entenda a importância da vacinação para conter o surgimento de novas cepas

Estudos preliminares realizados pelo Butantan, em parceria com a Universidade de São Paulo apontam que a Coronavac é capaz de combater as variantes P.1 (Manaus) e P.2 (Rio de Janeiro). Além disso, estudos da farmacêutica chinesa Sinovac, parceira do Butantan na produção da vacina, mostram que a Coronavac é eficaz contra a mutação D614G, da qual derivam várias outras mutações.

Pesquisadores do Instituto Butantan detectaram a existência de mais três cepas do coronavírus, no estado de São Paulo; entre elas, a B.1.351 (variante sul-africana) encontrada na Baixada Santista; a B.1.318 (variante da Suíça e do Reino Unido) em Itapecerica da Serra; e a N9 (mutação da P.1, de Manaus) em Jardinópolis.

As detecções foram feitas no período de uma semana em que o Butantan realiza a vigilância de novas cepas. Esses estudos servem para elaboração de novas vacinas e, se houver necessidade, na atualização de vacinas existentes.

Estudos preliminares realizados pelo Butantan, em parceria com a Universidade de São Paulo apontam que a Coronavac é capaz de combater as variantes P.1 (Manaus) e P.2 (Rio de Janeiro). Além disso, estudos da chinesa Sinovac, parceira do Butantan na produção da vacina, mostram que a Coronavac é eficaz contra a mutação D614G, da qual derivam várias outras mutações.

Reportagem, Paloma Custódio

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Sobre a repórter

Paloma Custódio

Paloma Custódio é jornalista, radialista e graduada em Relações Internacionais. Atuou como produtora e repórter na Rede Boa Vontade de Comunicação (LBV), integrou a equipe de comunicação da ONU Brasil, foi roteirista do Grupo Bandeirantes e repórter do Agro Estadão.