Brasil·04 de maio de 2019

Burger King ironiza Bolsonaro e presidente responde

Rede de lanchonetes provocou governo nas redes sociais

Por João Paulo MachadoJoão Paulo é graduado pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB) e iniciou sua carreira estagiando na área de reportagem da Rádio Nacional (EBC). Na Agência do Rádio atuou na cobertura de eventos importantes como os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. No mesmo período, desenvolveu trabalho em parceria com o Ministério do Esporte redigindo reportagens para o portal Brasil2016.gov.br, além de colaborações para redes sociais.Atualmente, cobre os acontecimentos da Praça dos Três Poderes para a Agência do Rádio.
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A famosa rede de fastfood Burger King se tornou o assunto mais comentado na rede social Twitter. A hashtag #BoicoteBurgerKing ficou no topo das menções desde o início da noite de sexta (3) até boa parte do sábado (4).

Tudo foi motivado por uma campanha publicitária da rede de lanchonetes que provoca e dá uma indireta no governo Jair Bolsonaro. Na peça, o restaurante ironiza o cancelamento de uma propaganda do Banco do Brasil na semana passada.

"Procura-se elenco para comercial. O Burger King está recrutando pessoas para seu novo comercial", dizem frases do vídeo publicado nas redes sociais. 

A propaganda do Banco do Brasil vetada por Bolsonaro exaltava minorias, como negros, jovens e homossexuais. No total, a campanha, com produção e veiculação, teve um custo de R$ 17 milhões, segundo a assessoria do Banco do Brasil.

Neste sábado, no Twitter, Bolsonaro respondeu à peça de propaganda do Burger King. 

“Qualquer empresa privada tem liberdade para promover valores e ideologias que bem entendem. O público decide o que faz. O que não pode ser permitido é o uso do dinheiro dos trabalhadores para isso. Não é censura, é respeito com a população brasileira”, disse o presidente.

A famosa rede de fastfood Burger King se tornou o assunto mais comentado na rede social Twitter. A hashtag #BoicoteBurgerKing ficou no topo das menções desde o início da noite de sexta (3) até boa parte do sábado (4).

Tudo foi motivado por uma campanha publicitária da rede de lanchonetes que provoca e dá uma indireta no governo Jair Bolsonaro. Na peça, o restaurante ironiza o cancelamento de uma propaganda do Banco do Brasil na semana passada.

"Procura-se elenco para comercial. O Burger King está recrutando pessoas para seu novo comercial", dizem frases do vídeo publicado nas redes sociais. 

A propaganda do Banco do Brasil vetada por Bolsonaro exaltava minorias, como negros, jovens e homossexuais. No total, a campanha, com produção e veiculação, teve um custo de R$ 17 milhões, segundo a assessoria do Banco do Brasil.

Neste sábado, no Twitter, Bolsonaro respondeu à peça de propaganda do Burger King. 

“Qualquer empresa privada tem liberdade para promover valores e ideologias que bem entendem. O público decide o que faz. O que não pode ser permitido é o uso do dinheiro dos trabalhadores para isso. Não é censura, é respeito com a população brasileira”, disse o presidente.

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Sobre a repórter

João Paulo Machado

João Paulo é graduado pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB) e iniciou sua carreira estagiando na área de reportagem da Rádio Nacional (EBC). Na Agência do Rádio atuou na cobertura de eventos importantes como os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. No mesmo período, desenvolveu trabalho em parceria com o Ministério do Esporte redigindo reportagens para o portal Brasil2016.gov.br, além de colaborações para redes sociais.Atualmente, cobre os acontecimentos da Praça dos Três Poderes para a Agência do Rádio.