Uma briga entre detentos do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), no Amazonas, terminou com 15 pessoas mortas.
O secretário de Administração Penitenciária, coronel Marcos Vinicius Almeida, informou que os assassinatos foram cometidos durante o horário de visita na unidade na manhã de domingo (26).
Ainda segundo o secretário, não foi rebelião, mas sim, uma briga entre os internos. O coronel conta que alguns morreram dentro da cela com as grades trancadas. Alguns dos crimes foram cometidos na frente dos familiares que visitavam o detentos.
De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), as vítimas foram assassinadas asfixiadas ou perfuradas com escovas de dentes. O secretário também informou que não houve reféns, agentes feridos ou fuga de detentos.
Ao ser questionado sobre denúncias feitas de que policiais em helicópteros atiraram contra presos, o coronel respondeu que os disparos não foram direcionados a pessoas e serviram apenas para contenção.
A investigação para saber os motivos da briga já está sendo feita. Por enquanto, as visitas no presídio estão suspensas.
Uma briga entre detentos do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), no Amazonas, terminou com 15 pessoas mortas.
O secretário de Administração Penitenciária, coronel Marcos Vinicius Almeida, informou que os assassinatos foram cometidos durante o horário de visita na unidade na manhã de domingo (26).
Ainda segundo o secretário, não foi rebelião, mas sim, uma briga entre os internos. O coronel conta que alguns morreram dentro da cela com as grades trancadas. Alguns dos crimes foram cometidos na frente dos familiares que visitavam o detentos.
De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), as vítimas foram assassinadas asfixiadas ou perfuradas com escovas de dentes. O secretário também informou que não houve reféns, agentes feridos ou fuga de detentos.
Ao ser questionado sobre denúncias feitas de que policiais em helicópteros atiraram contra presos, o coronel respondeu que os disparos não foram direcionados a pessoas e serviram apenas para contenção.
A investigação para saber os motivos da briga já está sendo feita. Por enquanto, as visitas no presídio estão suspensas.
Com a colaboração de Juliana Gonçalves, reportagem, Marquezan Araújo