O estado que concentra o maior número de casos da doença é São Paulo, com 5.682 casos e 371 mortes. De acordo com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, o isolamento social ainda é fundamental para combater a proliferação do vírus.
“A última vez que usamos quarentena foi em 1917, na gripe espanhola. Não existia uma porção de coisas que existem hoje. Então, são dados alguns critérios, algumas coordenadas que você olha para saber em que ponto, em que fase, como acelerar um pouco ou como segurar. Nós temos cidades sem nenhum caso. Então, tem que ter vigilância, você tem que ficar atento com os quadros gripais, tem que testar e quando testar fazer os bloqueios e diminuir a mobilidade”.
De acordo os dados do Ministério da Saúde a taxa de letalidade da doença no Brasil hoje é de 4,9%. O percentual representa o número de mortes pelo total de casos de morte notificados. A região Sudeste concentra o maior número, um total de 447 mortes, seguido da região Nordeste com 103 mortes. Segundo o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Wanderson Oliveira, o número não vai deixar de cair se o país não fizer o isolamento necessário.
“Se nós fizermos um distanciamento social seletivo, continuaremos tendo uma curva, mas vai ficar mediana, no meio, mais ou menos. Pode ser que em alguns lugares bem baixinha e alguns lugares um pouco mais alta. E se nós fizermos um distanciamento social ampliado, nós temos uma curva mais baixa ainda, porque a circulação fica reduzida”.
Os números de casos e óbitos em decorrência do coronavírus são repassados pelas Secretarias Estaduais ao Ministério da Saúde.
Para mais informações, acesse: saude.gov.br/coronavírus.
Os números de casos e óbitos em decorrência do coronavírus são repassados pelas Secretarias Estaduais ao Ministério da Saúde.
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