Política·22 de março de 2019

Brasil passa a fazer parte de novo bloco de cooperação

Presidentes do Brasil, Chile, Argentina, Paraguai e Peru se reúnem em Santiago e discutem crise na Venezuela e relações comerciais

Por Thiago MarcoliniJornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.
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O Brasil passa a fazer parte nesta sexta-feira (22) de mais um bloco de cooperação entre países da América do Sul. O Prosul surge com a ideia de reunir “países democráticos que praticam o livre-comércio”, segundo presidente do Chile, Sebastián Piñera, um dos idealizadores do grupo, ao lado do presidente da Colômbia, Iván Duque.

Na primeira reunião em Santiago, participam, além dos idealizadores, o presidente Jair Bolsonaro, o líder da Argentina, Maurício Macri, o do Paraguai, Mario Abdo, e do Peru, Martín Vizcarra.

Outros blocos de cooperação da América do Sul, como a Aliança do Pacífico, o Mercosul e a Celac, continuam existindo. Um objetivo secundário por trás da criação do Prosul é pressionar a Venezuela para a redemocratização. Enquanto Nicolás Maduro estiver à frente no governo, o país não participará do grupo.

A ideologia de centro-direita ou direita faz com que países como Uruguai e Bolívia não façam parte do bloco. O Prosul surge após o esvaziamento de outro grupo de cooperação, o Unasul, criado por Hugo Chávez, e que chegou a reunir direitistas e esquerdistas.

Em agenda no Chile, o presidente Jair Bolsonaro terá reunião com o chefe do Executivo chileno neste sábado (23), na sede do governo local. Os dois devem discutir sobre comércio bilateral e estímulo ao modelo de livre-comércio entre os países.

O Brasil passa a fazer parte nesta sexta-feira (22) de mais um bloco de cooperação entre países da América do Sul. O Prosul surge com a ideia de reunir “países democráticos que praticam o livre-comércio”, segundo presidente do Chile, Sebastián Piñera, um dos idealizadores do grupo, ao lado do presidente da Colômbia, Iván Duque.

Na primeira reunião em Santiago, participam, além dos idealizadores, o presidente Jair Bolsonaro, o líder da Argentina, Maurício Macri, o do Paraguai, Mario Abdo, e do Peru, Martín Vizcarra.

Outros blocos de cooperação da América do Sul, como a Aliança do Pacífico, o Mercosul e a Celac, continuam existindo. Um objetivo secundário por trás da criação do Prosul é pressionar a Venezuela para a redemocratização. Enquanto Nicolás Maduro estiver à frente no governo, o país não participará do grupo.

A ideologia de centro-direita ou direita faz com que países como Uruguai e Bolívia não façam parte do bloco. O Prosul surge após o esvaziamento de outro grupo de cooperação, o Unasul, criado por Hugo Chávez, e que chegou a reunir direitistas e esquerdistas.

Em agenda no Chile, o presidente Jair Bolsonaro terá reunião com o chefe do Executivo chileno neste sábado (23), na sede do governo local. Os dois devem discutir sobre comércio bilateral e estímulo ao modelo de livre-comércio entre os países.

Reportagem, Thiago Marcolini

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Sobre a repórter

Thiago Marcolini

Jornalista formado há quatro anos, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Trabalhou na cobertura da Copa do Mundo 2014 e nas duas últimas eleições presidenciais. Antes de ingressar na equipe do Brasil61, passou pela Band News FM, Agência Brasília, além de ter trabalhado também com comunicação corporativa.