Política - Recursos·04 de fevereiro de 2021

Brasil formaliza a oferta de abertura de licitações a estrangeiros

Medida abre o acesso a um mercado de R$ 1,7 trilhão e acelera a entrada do Brasil na OCDE

Por Paloma CustódioPaloma Custódio é jornalista, radialista e graduada em Relações Internacionais. Atuou como produtora e repórter na Rede Boa Vontade de Comunicação (LBV), integrou a equipe de comunicação da ONU Brasil, foi roteirista do Grupo Bandeirantes e repórter do Agro Estadão.
Áudio · 00:01:04
Ouvir áudio · 00:01:04Copiar texto

Brasil formaliza a oferta de abertura de licitações públicas a empresas internacionais. A lista de órgãos, bens e serviços, que poderão entrar no contrato de compras governamentais, foi apresentada à Organização Mundial do Comércio (OMC). Segundo o Ministério da Economia e das Relações Exteriores, a medida abre o acesso a um mercado de R$ 1,7 trilhão por ano e acelera a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Atualmente, 48 países integram o acordo da OMC, o que dá isonomia a empresas nacionais e internacionais nas concorrências públicas. A principal mudança é que as empresas estrangerias estão dispensadas de ter um representante legal no Brasil, para participar das licitações. A exigência só será obrigatória se a empresa vencer a disputa.

Bahia registra queda de 4,2% nas exportações em 2020, aponta relatório da FIEB

Concessão de rodovias do Paraná devem melhorar capacidade de escoamento da produção

Ainda de acordo com os ministérios, a medida poderá aumentar as exportações brasileiras, ao abrir o acesso de empresas do Brasil a licitações de outros países. 

Brasil formaliza a oferta de abertura de licitações públicas a empresas internacionais. A lista de órgãos, bens e serviços, que poderão entrar no contrato de compras governamentais, foi apresentada à Organização Mundial do Comércio (OMC). Segundo o Ministério da Economia e das Relações Exteriores, a medida abre o acesso a um mercado de um trilhão e 700 bilhões de reais por ano e acelera a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Atualmente, 48 países integram o acordo da OMC, o que dá isonomia a empresas nacionais e internacionais nas concorrências públicas. A principal mudança é que as empresas estrangerias estão dispensadas de ter um representante legal no Brasil, para participar das licitações. A exigência só será obrigatória se a empresa vencer a disputa.

Ainda de acordo com os ministérios, a medida poderá aumentar as exportações brasileiras, ao abrir o acesso de empresas do Brasil a licitações de outros países. 

Reportagem, Paloma Custódio

Últimas notícias

Indústria

Indústria tem pior índice de satisfação com lucro desde a pandemia

Eleições 2026

Celina Leão lidera disputa pelo governo do DF com 59,3% dos votos válidos

Brasil Gestor

Tarifaço: São João da Barra (RJ) lidera perdas municipais nas exportações aos EUA; veja ranking

Eleições 2026

Agregador de pesquisas indica chance de 79% de vitória de Flávio Bolsonaro

Empresas

Inadimplência de empresas bate recorde e chega a 9,3 milhões de CNPJs; Sudeste concentra a maior parte

Sobre a repórter

Paloma Custódio

Paloma Custódio é jornalista, radialista e graduada em Relações Internacionais. Atuou como produtora e repórter na Rede Boa Vontade de Comunicação (LBV), integrou a equipe de comunicação da ONU Brasil, foi roteirista do Grupo Bandeirantes e repórter do Agro Estadão.