Brasil·01 de abril de 2019

Bolsonaro vai escolher ministros para o TSE nos próximos meses

Oito ações tramitam na Corte relacionados a campanha da chapa Bolsonaro-Mourão para a Presidência

Por Paulo HenriqueFormado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deverá ter dois novos ministros nos próximos meses, já que os mandatos dos advogados Admar Gonzaga e Tarcísio Vieira se encerram, respectivamente, em 27 de abril e 9 de maio.

Os substitutos dos magistrados serão escolhidos pelo presidente Jair Bolsonaro, que possui oito processos em tramitação no órgão relacionados a supostas irregularidades em sua campanha para a Presidência.

As ações em andamento no TSE investigam um possível disparo em massa de mensagens no aplicativo WhatsApp, ataque cibernético ao grupo Mulheres Unidas contra Bolsonaro no Facebook e outdoors espalhados com o nome de Bolsonaro em diversos municípios do país.

O TSE possui sete ministros titulares. Três deles também são ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outros dois são advogados. Enquanto os ministros do STF e do STJ seguem um esquema de rodízio para atuar no TSE, os representantes da classe de juristas são escolhidos através de lista tríplice submetida ao presidente da República.

Antes de finalizar o seu mandato, Bolsonaro terá de definir outros dois nomes para ocupar a vaga de juristas entre os anos de 2021 e 2023.

O Tribunal Superior Eleitoral deverá ter dois novos ministros nos próximos meses, já que os mandatos dos advogados Admar Gonzaga e Tarcísio Vieira se encerram, respectivamente, em 27 de abril e 9 de maio.

Os substitutos dos magistrados serão escolhidos pelo presidente Jair Bolsonaro, que possui oito processos em tramitação no órgão relacionados a supostas irregularidades em sua campanha para a Presidência.

As ações em andamento no TSE investigam um possível disparo em massa de mensagens no aplicativo WhatsApp, ataque cibernético ao grupo Mulheres Unidas contra Bolsonaro no Facebook e outdoors espalhados com o nome de Bolsonaro em diversos municípios do país.

O TSE possui sete ministros titulares. Três deles também são ministros do Supremo Tribunal Federal, dois do Superior Tribunal de Justiça e outros dois são advogados. Enquanto os ministros do STF e do STJ seguem um esquema de rodízio para atuar no TSE, os representantes da classe de juristas são escolhidos através de lista tríplice submetida ao presidente da República.

Antes de finalizar o seu mandato, Bolsonaro terá de definir outros dois nomes para ocupar a vaga de juristas entre os anos de 2021 e 2023.

Reportagem, Paulo Henrique Gomes

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Sobre a repórter

Paulo Henrique

Formado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.