Internacional·23 de março de 2019

Bolsonaro elogia presidente do Chile, descarta intervenção militar na Venezuela e se defende de críticas

Líder brasileiro está no Chile desde a última quinta-feira (21); visita faz parte da participação do lançamento do Fórum para o Progresso da América do Sul, novo bloco de cooperação

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Durante viagem oficial ao Chile, o presidente Jair Bolsonaro reafirmou o interesse do Brasil em estreitar relações com o país comandado pelo presidente Sebastián Piñera.  Além de elogiar o chefe do Executivo chileno, Bolsonaro ressaltou que não tem intenção de intervir militarmente na Venezuela. As declarações foram dadas em entrevista à TVN/24 horas.

Bolsonaro está no Chile desde a última quinta-feira (21). A visita dele se deve ao lançamento do Fórum para o Progresso da América do Sul (Prosul), novo bloco de cooperação que substituirá a União das Nações Sul-Americanos (Unasul).

O acordo foi assinado nesta sexta (22) na presença de oito presidentes sul-americanos, em Santiago. O Prosul será formado por Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai, Costa Rica, Nicarágua, Panamá e República Dominicana.

Bolsonaro também foi questionado sobre as críticas de adversários em relação às posições discriminatórias contra homossexuais, mulheres e imigrantes. Em resposta, o presidente do Brasil disse que cada um deve ser “feliz como quiser”. De acordo com ele, se essas posições fossem verdadeiras, não teria sido eleito presidente da República.

Jair Bolsonaro também participou de uma reunião com o presidente chileno Sebastián Piñera. O encontro ocorreu na manhã deste sábado (23), no Palácio de La Moneda, em Santiago. Vale lembrar que o Chile foi o primeiro país sul-americano para o qual o presidente Bolsonaro viajou após tomar posse.

Durante viagem oficial ao Chile, o presidente Jair Bolsonaro reafirmou o interesse do Brasil em estreitar relações com o país comandado pelo presidente Sebastián Piñera.  Além de elogiar o chefe do Executivo chileno, Bolsonaro ressaltou que não tem intenção de intervir militarmente na Venezuela. As declarações foram dadas em entrevista à TVN/24 horas.

Bolsonaro está no Chile desde a última quinta-feira (21). A visita dele se deve ao lançamento do Fórum para o Progresso da América do Sul (Prosul), novo bloco de cooperação que substituirá a União das Nações Sul-Americanos (Unasul).

O acordo foi assinado nesta sexta (22) na presença de oito presidentes sul-americanos, em Santiago. O Prosul será formado por Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai, Costa Rica, Nicarágua, Panamá e República Dominicana.

Bolsonaro também foi questionado sobre as críticas de adversários em relação às posições discriminatórias contra homossexuais, mulheres e imigrantes. Em resposta, o presidente do Brasil disse que cada um deve ser “feliz como quiser”. De acordo com ele, se essas posições fossem verdadeiras, não teria sido eleito presidente da República.

Jair Bolsonaro também participou de uma reunião com o presidente chileno Sebastián Piñera. O encontro ocorreu na manhã deste sábado (23), no Palácio de La Moneda, em Santiago. Vale lembrar que o Chile foi o primeiro país sul-americano para o qual o presidente Bolsonaro viajou após tomar posse.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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