Internacional·06 de janeiro de 2020

Bolívia terá eleições para presidente em maio

O pleito será realizado mais de seis meses após crise que culminou com renúncia de Evo Morales

Por Cristiano GhorgomillosCristiano Ghorgomillos é jornalista experiente na cobertura política no Congresso Nacional. É responsável pela produção de matérias sobre o dia a dia das comissões temáticas e da atuação dos parlamentares nos plenários do Senado e Câmara dos Deputados. @ghorgomillos
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O governo interino da Bolívia anunciou que o país vai ter eleições para escolha de um novo presidente no dia 3 de maio. A informação foi divulgada pelo vice-presidente do Tribunal Supremo Eleitoral boliviano, nesta sexta-feira (4).

A eleição será realizada mais de seis meses após a crise política que se implantou no país e forçou a renúncia do então presidente, Evo Morales, e a ascensão de Jeanine Áñez ao cargo de forma interina.

A turbulência no poder da Bolívia começou após as eleições de outubro serem consideradas fraudulentas pela Organização dos Estados Americanos (OEA). No pleito, Evo Morales havia vencido o concorrente, Carlos Mesa, por diferença menor de 10% e sem alcançar a maioria dos votos válidos.

Pressionado pela população, que foi às ruas em protestos, Evo renunciou ao cargo e se exilou no México. Em novembro, senadores e deputados bolivianos aprovaram projeto de lei que anula as eleições passadas e convoca o novo pleito. 

O governo interino da Bolívia anunciou que o país vai ter eleições para escolha de um novo presidente no dia 3 de maio. A informação foi divulgada pelo vice-presidente do Tribunal Supremo Eleitoral boliviano, nesta sexta-feira (4).

A eleição será realizada mais de seis meses após a crise política que se implantou no país e forçou a renúncia do então presidente, Evo Morales, e a ascensão de Jeanine Áñez ao cargo de forma interina.

A turbulência no poder da Bolívia começou após as eleições de outubro serem consideradas fraudulentas pela Organização dos Estados Americanos (OEA). No pleito, Evo Morales havia vencido o concorrente, Carlos Mesa, por diferença menor de 10% e sem alcançar a maioria dos votos válidos.

Pressionado pela população, que foi às ruas em protestos, Evo renunciou ao cargo e se exilou no México. Em novembro, senadores e deputados bolivianos aprovaram projeto de lei que anula as eleições passadas e convoca o novo pleito. 

Reportagem, Cristiano Carlos

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Sobre a repórter

Cristiano Ghorgomillos

Cristiano Ghorgomillos é jornalista experiente na cobertura política no Congresso Nacional. É responsável pela produção de matérias sobre o dia a dia das comissões temáticas e da atuação dos parlamentares nos plenários do Senado e Câmara dos Deputados. @ghorgomillos