Olá, ouvintes do Boletim da Saúde. É uma grande satisfação ter a atenção de vocês para ouvir as notícias mais importantes sobre saúde pública. As informações desse programa podem servir para você, sua família, amigos ou alguém que conhece! Eu sou Aline do Valle e aqui no estúdio comigo, está o Fabrício Lázaro operando a mesa de som. E para apresentar os destaques para esta semana, eu passo a palavra para a minha amiga Débora Rocha! E qual a nossa primeira notícia Débora?
Olá todos vocês que estão acompanhando o Boletim da Saúde! Aline, no Boletim da Saúde desta semana vamos apresentar o balanço do Levantamento Rápido de índices para Aedes Aegypti (LIRAa) – que aponta como está a proliferação do mosquito nas cidades brasileiras. Aproveitando os dados, vamos reforçar os cuidados que precisamos para evitar a transmissão da dengue, zika e chikungunya. Além disso, vamos atualizar as informações do Programa Mais Médicos. E trazer dicas para que pessoas cegas cuidem dos olhos. E quem abre nosso boletim é a repórter Patrícia Cordeiro trazendo os dados do LIRAa.
É Débora, passou do momento de todos estarmos alertas. Afinal, a ameaça do Aedes Egypti – o mosquito da dengue, zika e chikungunya - é real e está mais perto do que podemos imaginar. Só para ter uma ideia: 504 cidades do Brasil apresentam alto índice de infestação, com risco de surto para doenças transmitidas pelo mosquito. E 1.181 estão em situação de risco. As capitais Palmas, Boa Vista, Cuiabá e Rio Branco estão em risco de surto para dengue, zika e chikungunya.
E para reforçar os cuidados dos cidadãos e administradores dos municípios, o Governo Federal entregou 600 novas caminhonetes que serão distribuídas de acordo com os índices de infestação dos mosquitos por região. Os carros completam a frota já existente e somam 1000 caminhonetes que serão usadas para transportar os equipamentos de fumacê – o produto que auxilia no combate ao mosquito. E se o carro do fumacê passar na sua cidade, mantenha portas e janelas abertas para que o produto penetre também nas casas. E não se preocupe: ele não faz mal a você, nem aos seus familiares e nem aos animais.
Obrigada, Patrícia. Vale lembrar que além de veículos para o fumacê, o Ministério da Saúde também oferece continuamente aos estados e municípios apoio técnico e fornecimento de insumos, como larvicidas para o combate ao vetor, testes diagnósticos. Basta que os gestores locais façam a solicitação. Certo, Patrícia?
Isso mesmo, Aline. E nossa parte como população, é evitar acúmulo de água parada. E olha, ainda de acordo com o levantamento realizado pelo Ministério da Saúde, na região Nordeste, por exemplo, o armazenamento de água dentro de casa em tonéis, barris e tinas, foi o principal tipo de criadouro do mosquito. Na região Sudeste o maior número de depósitos encontrados foi em domicílio, foram vasos/frascos com água, pratos e garrafas retornáveis. E nas regiões Centro-Oeste, Norte e Sul predominou o lixo, como recipientes plásticos, garrafas PET, latas, sucatas e entulhos de construção.
Obrigada, Patrícia. E para saber mais, acesse saude.gov.br/combateaedes repetindo saude.gov.br/combateaedes. E para fechar nosso boletim, convidamos o repórter Rafael Brito para relembrar o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Visual – comemorado no dia 13 de dezembro. Olá, Rafael.
Olá, Débora. Olá para quem nos ouve. Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que no mundo existem 36 milhões de pessoas cegas – que perderam totalmente a visão – e 217 milhões com deficiência visual moderada a grave. Nós convidamos a oftalmologista Maria Aparecida Onuki Hadad para dar dicas para que pessoas cegas cuidem dos olhos.
“Na perda total da visão é muito importante que não maior parte das vezes podemos fazer uso de óculos de proteção porque nós perdemos o mecanismo de proteção dos olhos que é o mecanismo da percepção do estímulo que está chegando. Mesmo na perda total da visão, a pessoa cega faça uma avaliação periódica com o oftalmologista no sentido de preservar o olho. Nós podemos ter conjuntivites, infecções, traumatismos e outras doenças também”. “O importante é que a pessoa cega ou a pessoa com baixa visão faça avaliação regular. Dê sempre continuidade a tratamentos oftalmológicos que já estavam em curso. E na dificuldade visual – na diminuição da resolução [visual] que ela procure serviços especializados em reabilitação visual”.
Ao todo, são 214 Centros Especializados em Reabilitação em todo o país, sendo que deste total, 47 estão aptos ao atendimento em reabilitação/habilitação da pessoa com deficiência visual. Procure a Secretaria de Saúde do seu estado e se informe ou envie um e-mail para pessoacomdeficiencia@saude.gov.br ou acesse o site saude.gov.br
Obrigada, Rafael. E com essa última informação chegou ao fim o nosso programa. Para saber mais sobre algum tema do nosso programa, basta acessar nossa playlist em SoundCloud.com/ministeriodasaude. Muito obrigada pela companhia Débora. Uma ótima semana para todos e até o programa que vem.
E para continuar acompanhando outras notícias do Ministério da Saúde basta acessar o portal saúde.gov.br e as nossas redes sociais: facebook.com/minsaude e pelo twitter, @minsaude. Uma ótima semana para todos e até o próximo programa Debora!
Boletim do Ministério da Saúde. Apresentação Débora Rocha e Aline do Valle. Reportagem: Patrícia Cordeiro, Carlos Américo e Rafael Brito. Trabalhos técnicos de Fabrício Lázaro e Rafael Santos. Realização Ministério da Saúde.
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