Olá, eu sou o Raphael Costa e esta é mais uma edição do Boletim Agro.
A falta de chuvas começa a se tornar um problema para os produtores de café no chamado “Cinturão Brasileiro”. Segundo produtores associados a Cooxupé, maior cooperativa da região de Guaxupé, as lavouras mais novas começam a ter o desenvolvimento afetado pela falta de chuvas, que há meses não chegam na região.
Quem vai nos dar mais detalhes sobre esse cenário é a jornalista Carla Mendes, do Notícias Agrícolas.
Seja bem-vinda, Carla.
"Realmente, trata-se de um momento extremamente delicado, as plantas em muitas regiões produtoras de café, já perderam toda a aflorada e não deve sobrar um grão de café. Se não tiver chuva na próxima semana, essas lavouras estarão condenadas e não devem produzir para essa nova temporada. Então, os produtores das principais regiões produtoras de café do Brasil estão torcendo, de olho para o céu, para que essas chuvas cheguem o quanto antes.”
Novos casos de peste suína foram registrados. Dessa vez, um vilarejo na Rússia, próximo da fronteira com a China, detectou casos da doença que vem prejudicando boa parte da Europa e da Ásia. Nos dê detalhes sobre esse novo caso, Carla.
“Agora a região de Primorsk, na Rússia, que é próximo da fronteira com a China, como você já adiantou, registrou novos casos de peste suína africana. Então, mais um país terá prejuízo com essa doença causada por um vírus que é altamente contagioso entre os porcos, mas inofensivo para os humanos. De qualquer forma, ela causa prejuízo, pois causa a morte dos animais, portanto, não produzem renda. Além da Rússia, nessa semana foram identificados dois surtos da doença também na Coréia do Sul.”
O tipo Niágara de uva está mantendo um patamar satisfatório para os produtores na cidade de Pirapora, em Minas Gerais. Como está esse desempenho? E os outros tipos, como estão?
“De certa forma sim. Até porque a produtividade tem sido menor nesses últimos tempos. Então, não só a uva Niágara, mas algumas outras variedades, como a uva rústica, por exemplo. Ela também tem essa variação positiva. Mas, não é de uma forma geral que isso acontece, isso vai depender da relação de oferta e da demanda de cada variedade. Algumas variedades já apresentam patamares de preços 9% maiores do que em semanas anteriores, justamente por conta dessa menor disponibilidade de frutas.”
Carla, obrigado pelos esclarecimentos.
Quem quiser saber mais novidades do agronegócio é só acessar o Notícias Agrícolas, certo?
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