Agronegócios·16 de setembro de 2019

BOLETIM AGRO: Brasil começa importação de uva e alho do Egito

E mais: comissão brasileira tenta abrir mercado na Arábia Saudita, Kuwait e Emirados Árabes

Por Raphael CostaO repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.
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Olá, eu sou o Raphael Costa e esta é mais uma edição do Boletim Agro. Você acompanha, agora, os principais destaques do agronegócio.

Em um movimento comercial, o Brasil começou a importação de uva e alho vindos do Egito. Essa decisão vem após o país árabe abrir o mercado deles para a importação de produtos lácteos brasileiros. Quem vai nos contar mais sobre essas decisões e esta parceria, é a jornalista Carla Mendes, do Notícias Agrícolas.

Seja bem-vinda, Carla.

“Essa decisão foi anunciada pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, neste domingo, de comprar os produtos egípcios. Durante muitos anos ficou fechado à este mercado e tem pressa por este mercado. O mercado egípcio é de extremo potencial para o agronegócio brasileiro, assim como é importante que o Brasil receba alguns produtos vindos de lá. Os dois países ainda estão revisando o protocolo de parceria entre a Embrapa e o centro de pesquisas do Egito que é extremamente moderno.”

E de olho em expandir ainda mais a rede de países que negociam com o Brasil, a ministra Tereza Cristina e uma comissão formada por membros do ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da CNA vão participar de uma missão oficial pela Arábia Saudita, Kuwait e Emirados Árabes. O que o Brasil pretende negociar com esses países, Carla?

“Mais uma vez as proteínas animais estão no topo da pauta. É um mercado tradicional das proteínas animais, mas o objetivo é não só fortalecer esses produtos, mas também ampliar e diversificar a pauta do agronegócio brasileiro.”

E os produtores do feijão tipo rajado estão cautelosos nas negociações. Como está o cenário para os produtores de feijão neste momento, Carla?

“Nesse momento eles estão esperando por momentos melhores. Você citou a variedade do rajada, nós temos negócios entre R$ 125 e R$ 130. No entanto, uma procura maior está sendo esperada para breve, o que pode fazer com que esses preços aumentem e traga uma valorização, não só para o rajada, mas também para as demais variedades como o feijão carioca por exemplo.”

A chegada da primavera está preocupando alguns produtores de maçã, que estão com atraso na florada. O que causou isso e quais as possíveis consequências, Carla?

“O acúmulo insuficiente de horas desse frio neste ano deve atrasar as florações da safra 2019/2020 para outubro, já que segundo o Epagri, já que essas condições resultaram no atraso do inchamento das gemas das macieiras e, consequentemente, da brotação e floração. Com isso, espera-se uma baixa na produtividade em função das condições. Mas agora é torcer para que o cenário climático esteja melhor e mais favorável para os próximos estágios do desenvolvimento da fruta.”

Obrigado pelos esclarecimentos, Carla. Quem quiser saber mais novidades do agronegócio é só acessar o Notícias Agrícolas, certo?

“É isso mesmo. noticiasagricolas.com.br para ser o produtor rural mais bem informado do Brasil."

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Sobre a repórter

Raphael Costa

O repórter Raphael Costa formou-se em 2015 no Centro Universitário de Brasília (CEUB), mas deu início à sua carreira anteriormente. Originalmente paulista, começou em um programa de Rádio e TV local, até se mudar para Brasília. Com cerca de três anos de casa, é a voz que noticia esportes, agricultura e economia.