Economia·26 de maio de 2020

BNDES já aprovou mais de R$ 2,8 bilhões em crédito emergencial por causa da pandemia para micro e pequenas empresas

Cerca de 7,7 mil empresas foram atendidas desde o início do programa há dois meses

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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A linha de crédito emergencial destinada para atender micro e pequenas empresas durante a pandemia do novo coronavírus já contemplou 7,7 mil empresas, de acordo com o Governo Federal. O executivo estima que esses negócios empregam cerca de 160 mil pessoas.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já aprovou R$ 2,82 bilhões em financiamento para esse negócios, quase 60% do orçamento inicialmente liberado, de R$ 5 bilhões.

Anunciada há cerca de dois meses, a linha de crédito atende empresas com até R$ 300 milhões de faturamento anual. O programa de socorro do governo contempla desde empresas individuais até negócios de porte médio. Os recursos do BNDES Crédito Pequenas Empresas têm destinação livre e podem ser usados, por exemplo, para aumento de estoque e como capital de giro. 

 A linha de crédito emergencial destinada para atender micro e pequenas empresas durante a pandemia do novo coronavírus já contemplou 7,7 mil empresas, de acordo com o Governo Federal. O executivo estima que esses negócios empregam cerca de 160 mil pessoas. 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já aprovou R$ 2,82 bilhões em financiamento para esse negócios, quase 60% do orçamento inicialmente liberado, de R$ 5 bilhões. 

Anunciada há cerca de dois meses, a linha de crédito atende empresas com até R$ 300 milhões de faturamento anual. O programa de socorro do governo contempla desde empresas individuais até negócios de porte médio. Os recursos do BNDES Crédito Pequenas Empresas têm destinação livre e podem ser usados, por exemplo, para aumento de estoque e como capital de giro. 

Reportagem, Felipe Moura. 

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.