Belém recebeu cerca de R$ 10,6 milhões no segundo decêndio de outubro de 2026. O montante corresponde à cota do município no FPM apurada para o período.
Posição no repasse estadual
No recorte estadual, Belém aparece na 1ª posição entre os 144 municípios do Pará que recebem o FPM, estando, portanto, entre os maiores repasses do estado no decêndio.
Acumulados e comparação anual
Considerando as transferências já creditadas em outubro, o município acumula quase R$ 36 milhões em recursos do fundo no mês. Nos últimos doze meses encerrados em 20 de outubro, o total transferido chegou a cerca de R$ 958 milhões.
Na comparação anual, o acumulado de 1º de janeiro até 20 de outubro de 2026 ficou em cerca de R$ 772 milhões, ante cerca de R$ 680 milhões no mesmo intervalo de 2025, variação de 13,51%.
Como o FPM é distribuído
O FPM é formado por parte do que a União arrecada com o Imposto de Renda, o IR, e com o Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI. A divisão entre as cidades segue coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União, o TCU, com base na população de cada município. Os valores são liberados em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este crédito corresponde ao segundo decêndio de outubro.
Quando a data de liberação cai em fim de semana ou feriado, o crédito é antecipado para o dia útil anterior, o que pode alterar o dia em que o recurso aparece na conta da prefeitura.
Belém recebeu, no segundo decêndio de outubro, cerca de dez milhões e seiscentos mil reais do Fundo de Participação dos Municípios.
Com esse valor, o município ocupa a primeira posição no repasse do estado.
No mês, o total já transferido pelo FPM chega a quase trinta e seis milhões de reais. Nos últimos doze meses, o montante soma cerca de novecentos e cinquenta e oito milhões de reais.
Na comparação anual, o acumulado do ano até o crédito ficou treze vírgula cinquenta e um por cento acima do mesmo período de dois mil e vinte e cinco, quando o município havia recebido cerca de seiscentos e oitenta milhões de reais.
Os recursos do fundo vêm de parte da arrecadação federal com o Imposto de Renda e o Imposto sobre Produtos Industrializados. A divisão entre as cidades segue coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União, com base na população, e o dinheiro é entregue em três repasses ao longo do mês.
Do Brasil meia um, com dados do Tesouro Nacional.