Brasil·09 de julho de 2018

BELÉM (PA): Seminário apresenta Entrega Voluntária a profissionais de Saúde

<p>O Programa de Entrega Volunt&aacute;ria de Crian&ccedil;as para Ado&ccedil;&atilde;o, do Judici&aacute;rio Paraense, lan&ccedil;ado em maio, foi apresentado durante um semin&aacute;rio a profissionais de sa&uacute;de da Funda&ccedil;&atilde;o Santa Casa de Miseric&oacute;rdia do Par&aacute;&nbsp;nesta sexta-feira, 6.&nbsp;&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: O Programa de Entrega Voluntária de Crianças para Adoção, do Judiciário Paraense, lançado em maio, foi apresentado durante um seminário a profissionais de saúde da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará na manhã desta sexta-feira, 6.  O juiz titular da 1ª Vara de Infância e Juventude de Belém, João Augusto de Oliveira Jr, ressaltou a importância da capacitação para a rede de atendimento à saúde. 

 
SONORA: João Augusto de Oliveira Jr, juiz titular da 1ª Vara de Infância e Juventude de Belém.
 
“Todas as instituições e entidades, voltadas ao direito das crianças e adolescentes, precisam estar envolvidas nessa rede, para que a gente possa dar então vazão a esse direito fundamental da criança à saúde e ao direito fundamental da convivência comunitária e, para isso, é necessário que todos tenham conhecimento teórico e prático do que seja entrega voluntária." 
 
REPÓRTER: O programa de Entrega Voluntária permite que até 45 dias após o nascimento da criança, a mãe possa manifestar sua vontade de fazer a entrega voluntária, acionando um dos órgãos de atendimento à mulher, que estão integrados no programa. A presidente da Santa Casa do Pará, Rosângela Brandão, elogiou o programa.
 
SONORA: Rosângela Brandão, presidente da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará.
 
“Nós tínhamos um modelo, e a chegada desse novo modelo, que é um modelo que traz na sua essência o valor da humanização, de transformar a adoção mais ainda constituída com os elementos da afetividade. O Tribunal de Justiça do Estado está de parabéns porque isso era uma lacuna, inclusive, para todos os profissionais daqui da Santa Casa, assistentes sociais, médicos, enfermeiros, que lidam com o desejo de pessoas da sociedade, voluntários que querem adotar, e que nós não podíamos fazer nada aqui, e as próprias mães que não têm condição de maternar, de dar continuidade na sua maternidade, que elas tenham uma alternativa, que é a adoção”.
 
REPÓRTER: Durante o evento, foram realizadas duas mesas temáticas sobre o cuidado integral à mulher e à criança como garantia de direitos, relatos de experiências de mães que participam do programa. A cerimônia de abertura  foi realizada pelo desembargador José Maria Teixeira do Rosário, coordenador estadual de Infância e Juventude (Ceij) do Tribunal de Justiça do Pará. A organização do seminário foi feita pela equipe da Santa Casa, com o apoio da Ceij.
 
Reportagem, Samyra Mercês

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