Os Bancos de Leite Humano de Sergipe coletaram, até maio deste ano, quase mil e oitocentos litros de leite materno, doados por mais de mil mulheres e distribuídos a dois mil e duzentos recém-nascidos prematuros e/ou de baixo peso internados nas Unidades Neonatais. O volume, no entanto, é inferior ao coletado nos cinco primeiros meses de 2019, quando mais de dois mil e duzentos litros foram doados. Os dados são da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano da Fundação Oswaldo Cruz (rBLH/Fiocruz).
O leite materno é de extrema importância para todos os bebês nos primeiros meses de vida, principalmente os recém-nascidos prematuros e/ou de baixo peso que não podem ser amamentados pela própria mãe e estão internados em Unidades Neonatais. Segundo o Ministério da Saúde, todos os anos cerca de 330 mil crianças nascem prematuras e precisam da doação de leite materno para ajudá-las a sobreviver.
Além de ajudar a salvar vidas, doar leite materno também traz benefícios para a mulher, como explica a coordenadora de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, Janini Selva Ginani.
“As mulheres que amamentam e doam leite materno também têm benefícios. Estudos demonstram que elas apresentam menor chance de desenvolver câncer de mama e de ovário, retornam mais rapidamente ao peso antes da gravidez e exercitam a generosidade, uma importante emoção antidepressiva.”
A pernambucana Roseane Cristina se tornou doadora há cerca de dois meses. Por produzir muito leite materno, ela resolveu doar para ajudar crianças prematuras e/ou de baixo peso internadas em Unidades Neonatais que não podem ser amamentadas por suas mães. Roseane faz um apelo para que as mulheres lactantes continuem doando.
“Você que é mãe, sabe a importância que tem o leite materno na vida de uma criança. Então você que está em casa, que tem seu filho em seus braços, que tem o prazer e o privilégio de amamentá-lo, ajude aquelas mães que estão em hospitais, que estão afastadas de seu filho por algum motivo, que não tem esse mesmo privilégio de amamentá-lo.”
A Rede de Bancos de Leite Humano do Estado de Sergipe é formada pelo Banco de Leite Humano Irmã Rafaela Pepel, em Itabaiana; pelo Banco de Leite Zoéd Bittencourt, em Lagarto; e pelo Centro de Referência Marly Sarney, em Aracaju; além do Posto de Coleta do Hospital Santa Isabel, também na capital sergipana.
Qualquer quantidade de leite materno doado é importante. Procure um Banco de Leite Humano mais próximo ou ligue para o Disque Saúde, no número 136, para mais informações.
“Doe leite materno. Nessa corrente pela vida, cada gota faz a diferença”. Para mais informações, ligue 136 ou acesse o site saude.gov.br/doacaodeleite.
Os Bancos de Leite Humano de Sergipe coletaram, até maio deste ano, quase mil e oitocentos litros de leite materno, doados por mais de mil mulheres e distribuídos a dois mil e duzentos recém-nascidos prematuros e/ou de baixo peso internados nas Unidades Neonatais. O volume, no entanto, é inferior ao coletado nos cinco primeiros meses de 2019, quando mais de dois mil e duzentos litros foram doados. Os dados são da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano da Fundação Oswaldo Cruz (rBLH/Fiocruz).
O leite materno é de extrema importância para todos os bebês nos primeiros meses de vida, principalmente os recém-nascidos prematuros e/ou de baixo peso que não podem ser amamentados pela própria mãe e estão internados em Unidades Neonatais. Segundo o Ministério da Saúde, todos os anos cerca de 330 mil crianças nascem prematuras e precisam da doação de leite materno para ajudá-las a sobreviver.
Além de ajudar a salvar vidas, doar leite materno também traz benefícios para a mulher, como explica a coordenadora de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, Janini Selva Ginani.
TEC./SONORA: Janini Selva Ginani, coordenadora de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde
“As mulheres que amamentam e doam leite materno também têm benefícios. Estudos demonstram que elas apresentam menor chance de desenvolver câncer de mama e de ovário, retornam mais rapidamente ao peso antes da gravidez e exercitam a generosidade, uma importante emoção antidepressiva.”
A pernambucana Roseane Cristina se tornou doadora há cerca de dois meses. Por produzir muito leite materno, ela resolveu doar para ajudar crianças prematuras e/ou de baixo peso internadas em Unidades Neonatais que não podem ser amamentadas por suas mães. Roseane faz um apelo para que as mulheres lactantes continuem doando.
TEC./SONORA: Roseane Cristina, doadora.
“Você que é mãe, sabe a importância que tem o leite materno na vida de uma criança. Então você que está em casa, que tem seu filho em seus braços, que tem o prazer e o privilégio de amamentá-lo, ajude aquelas mães que estão em hospitais, que estão afastadas de seu filho por algum motivo, que não tem esse mesmo privilégio de amamentá-lo.”
A Rede de Bancos de Leite Humano do Estado de Sergipe é formada pelo Banco de Leite Humano Irmã Rafaela Pepel, em Itabaiana; pelo Banco de Leite Zoéd Bittencourt, em Lagarto; e pelo Centro de Referência Marly Sarney, em Aracaju; além do Posto de Coleta do Hospital Santa Isabel, também na capital sergipana.
Qualquer quantidade de leite materno doado é importante. Procure um Banco de Leite Humano mais próximo ou ligue para o Disque Saúde, no número 136, para mais informações.
“Doe leite materno. Nessa corrente pela vida, cada gota faz a diferença”. Para mais informações, ligue 136 ou acesse o site saude.gov.br/doacaodeleite.