Economia·17 de julho de 2020

Bahia registra perda de R$ 1,5 bi na arrecadação nos últimos 3 meses

Queda na arrecadação foi acentuada pela pandemia do novo coronavírus

Por Jalila ArabiJornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.
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Por conta da pandemia, a Bahia já perdeu R$ 1,5 bilhão em receitas brutas, de abril a junho, se comparado ao mesmo período do ano passado. O cálculo foi feito pela Secretaria de Fazenda do Estado, que considerou o total arrecadado com impostos e taxas estaduais e as transferências obrigatórias do Fundo de Participação dos Estados (FPE).   

O secretário de Fazenda baiano, Manoel Vitório, reiterou que as perdas tomam por base números de 2019 e que não refletem, necessariamente, a realidade financeira deste ano. Segundo ele, pressionada pela expansão nos gastos necessários ao enfrentamento da pandemia, o impacto nas contas públicas tende a se amplificar. 

A principal perda foi com o ICMS, considerado o principal tributo na Bahia. A queda foi superior a R$ 1 bilhão na arrecadação, em comparação a 2019. No pacote, estão também o FPE, IPVA, ITD e taxas. 

Em relação à pandemia, a Bahia já contabiliza um gasto de mais de R$ 812 milhões, com projeção de mais despesas para as próximas semanas, que podem alcançar R$ 877 milhões. Segundo o governo, os gastos ocorrem não apenas na área de saúde, mas também em educação, justiça e direitos humanos, administração penitenciária, administração e segurança pública, incluindo as polícias Militar e Civil e o Corpo de Bombeiros.

Por conta da pandemia, a Bahia já perdeu R$ 1,5 bilhão em receitas brutas, de abril a junho, se comparado ao mesmo período do ano passado. O cálculo foi feito pela Secretaria de Fazenda do Estado, que considerou o total arrecadado com impostos e taxas estaduais e as transferências obrigatórias do Fundo de Participação dos Estados (FPE).   

O secretário de Fazenda baiano, Manoel Vitório, reiterou que as perdas tomam por base números de 2019 e que não refletem, necessariamente, a realidade financeira deste ano. Segundo ele, pressionada pela expansão nos gastos necessários ao enfrentamento da pandemia, o impacto nas contas públicas tende a se amplificar. 

A principal perda foi com o ICMS, considerado o principal tributo na Bahia. A queda foi superior a R$ 1 bilhão na arrecadação, em comparação a 2019. No pacote, estão também o FPE, IPVA, ITD e taxas. 

Em relação à pandemia, a Bahia já contabiliza um gasto de mais de R$ 812 milhões, com projeção de mais despesas para as próximas semanas, que podem alcançar R$ 877 milhões. Segundo o governo, os gastos ocorrem não apenas na área de saúde, mas também em educação, justiça e direitos humanos, administração penitenciária, administração e segurança pública, incluindo as polícias Militar e Civil e o Corpo de Bombeiros.
 
Reportagem, Jalila Arabi. 

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Sobre a repórter

Jalila Arabi

Jornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.