Brasil - Tecnologia·19 de outubro de 2020

BA: Tecnologia ajuda governo do estado a manter processos licitatórios durante pandemia

Por meio de pregões eletrônicos e licitações via videoconferências, governo mantém contratação de obras, serviços e ações para combate à doença

Por Jalila ArabiJornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.
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Entre os meses de março e setembro, a Coordenação Central de Licitação do governo da Bahia realizou 76 licitações virtuais. Desse total, 69 foram pregões eletrônicos e sete foram procedimentos licitatórios por videoconferência. Durante a pandemia, a tecnologia permitiu que o estado continuasse realizando processos licitatórios para contratar serviços e produtos, inclusive para ações de combate ao novo coronavírus.

Em licitações presenciais, os concorrentes ficavam presentes na mesma sala, junto com servidores da comissão do órgão responsável pelo processo. Com as ferramentas digitais, foi possível realizar tudo de forma virtual.

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Todo o procedimento está disponível por meio da Instrução Normativa 016/2020, que regula o uso das licitações via videoconferências. Segundo o governo do estado, as licitações virtuais podem trazer também mais economia para os cofres públicos, com preços menores por conta de uma concorrência cada vez maior, já que os participantes não precisam se deslocar de um estado para o outro.  

Em média, 25 itens são licitados por pregão eletrônico para registro de preço, compostos por produtos para o combate à Covid-19. São equipamentos de proteção individual, produtos de limpeza e insumos para serem utilizados por unidades do estado. Além disso, são licitados também serviços como os de obra de engenharia para ampliação ou reforma de órgãos públicos e levantamento topográfico, dentre outros.

Entre os meses de março e setembro, a Coordenação Central de Licitação do governo da Bahia realizou 76 licitações virtuais. Desse total, 69 foram pregões eletrônicos e sete foram procedimentos licitatórios por videoconferência. Durante a pandemia, a tecnologia permitiu que o estado continuasse realizando processos licitatórios para contratar serviços e produtos, inclusive para ações de combate ao novo coronavírus.
 
Em licitações presenciais, os concorrentes ficavam presentes na mesma sala, junto com servidores da comissão do órgão responsável pelo processo. Com as ferramentas digitais, foi possível realizar tudo de forma virtual.
 
Todo o procedimento está disponível por meio da Instrução Normativa 016/2020, que regula o uso das licitações via videoconferências. Segundo o governo do estado, as licitações virtuais podem trazer também mais economia para os cofres públicos, com preços menores por conta de uma concorrência cada vez maior, já que os participantes não precisam se deslocar de um estado para o outro.  
 
Em média, 25 itens são licitados por pregão eletrônico para registro de preço, compostos por produtos para o combate à Covid-19. São equipamentos de proteção individual, produtos de limpeza e insumos para serem utilizados por unidades do estado. Além disso, são licitados também serviços como os de obra de engenharia para ampliação ou reforma de órgãos públicos e levantamento topográfico, dentre outros.
 
Reportagem, Jalila Arabi. 

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Sobre a repórter

Jalila Arabi

Jornalista formada há 15 anos e pós-graduada em língua portuguesa, com experiência em redação, rádio e assessoria de imprensa. Antes de ingressar na redação do Brasil61, passou por importantes órgãos, como Inep/ MEC, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Frente Nacional de Prefeitos e Federação Nacional dos Policiais Federais, além de realizar cobertura dentro do Congresso Nacional. Experiência também em gerenciamento de crise, redação, edição e revisão de textos, produção de conteúdo de rádio e assessoria.