Economia·18 de maio de 2020

Auxílios podem alcançar 80% da população durante pandemia

Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm) e Auxílio Emergencial contemplam oito a cada dez brasileiros

Por Daniel MarquesJornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.
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De acordo com um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), oito a cada dez brasileiros devem ser atingidos por pelo menos um dos benefícios criados pelo governo durante a pandemia do novo coronavírus. Essas pessoas integram famílias onde pelo menos um dos membros se encaixam nos requisitos para receber o auxílio emergencial de R$ 600 ou o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm).

O grupo mais contemplado pelo Auxílio Emergencial é o dos trabalhadores autônomos, que representam 47,8% dos que vão receber. Em seguida vem os empregados do setor privado sem carteira assinada, que são 29,7% dos beneficiários, e os trabalhadores domésticos sem carteira, que são 12,3%.

Já o público do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda é formado 95,1% por empregados formais do setor privado, e 4,9% são  trabalhadores domésticos com carteira assinada. 

De acordo com um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), oito a cada dez brasileiros devem ser atingidos por pelo menos um dos benefícios criados pelo governo durante a pandemia do novo coronavírus. Essas pessoas integram famílias onde pelo menos um dos membros se encaixam nos requisitos para receber o auxílio emergencial de R$ 600 ou o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm).

O grupo mais contemplado pelo Auxílio Emergencial é o dos trabalhadores autônomos, que representam 47,8% dos que vão receber. Em seguida vem os empregados do setor privado sem carteira assinada, que são 29,7% dos beneficiários, e os trabalhadores domésticos sem carteira, que são 12,3%.

Já o público do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda é formado 95,1% por empregados formais do setor privado, e 4,9% são  trabalhadores domésticos com carteira assinada. 
 

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Sobre a repórter

Daniel Marques

Jornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.