Economia - Pandemia·22 de junho de 2020

Auxílio emergencial já pagou R$ 81,3 bilhões aos beneficiários

Benefício alcançou mais de 63,5 milhões de brasileiros; a partir desta segunda, todos os que que tiveram o pedido negado vão poder contestar o resultado

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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O auxílio emergencial do governo federal já pagou cerca de R$ 81,3 bilhões em benefícios. Criado para minimizar o impacto da crise econômica causada pelo novo coronavírus, o socorro dado aos trabalhadores informais, autônomos, desempregados e microempreendedores individuais alcançou mais de 63,5 milhões de brasileiros. 

O programa começou a pagar a terceira parcela aos beneficiários do Bolsa Família na última semana. De acordo com o Ministério da Cidadania, as outras categorias vão receber essa parcela até 30 de junho. 

Em tese, seria o último mês de auxílio, mas o ministro da Economia, Paulo Guedes, já adiantou que o Executivo pretende prorrogar o pagamento por mais dois meses. Guedes, no entanto, não informou se o valor de R$ 600 ou R$ 1200 (pago à mulher que seja a única responsável pelas despesas da casa) vai continuar. 

A partir desta segunda-feira (22), quem teve o auxílio negado pode contestar o resultado por meio da Defensoria Pública da União em seu município. Para isso, basta apresentar documentos que comprovem o direito ao recebimento do benefício. 

 O auxílio emergencial do governo federal já pagou cerca de R$ 81,3 bilhões em benefícios. Criado para minimizar o impacto da crise econômica causada pelo novo coronavírus, o socorro dado aos trabalhadores informais, autônomos, desempregados e microempreendedores individuais alcançou mais de 63,5 milhões de brasileiros. 

O programa começou a pagar a terceira parcela aos beneficiários do Bolsa Família na última semana. De acordo com o Ministério da Cidadania, as outras categorias vão receber essa parcela até 30 de junho. 

Em tese, seria o último mês de auxílio, mas o ministro da Economia, Paulo Guedes, já adiantou que o Executivo pretende prorrogar o pagamento por mais dois meses. Guedes, no entanto, não informou se o valor de R$ 600 ou R$ 1200 (pago à mulher que seja a única responsável pelas despesas da casa) vai continuar. 

A partir desta segunda-feira (22), quem teve o auxílio negado pode contestar o resultado por meio da Defensoria Pública da União em seu município. Para isso, basta apresentar documentos que comprovem o direito ao recebimento do benefício. 

Reportagem, Felipe Moura. 

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.