Internacional·28 de maio de 2019

Ataque suicida mata uma criança e fere mais 16 a facadas no Japão

Um adulto também foi morto; assassino comete suicídio; Primeiro ministro japonês classifica ataque como “devastador”

Por Cristiano GhorgomillosCristiano Ghorgomillos é jornalista experiente na cobertura política no Congresso Nacional. É responsável pela produção de matérias sobre o dia a dia das comissões temáticas e da atuação dos parlamentares nos plenários do Senado e Câmara dos Deputados. @ghorgomillos
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O Japão viveu um caso raro de violência urbana nesta terça-feira (28). Uma criança de 11 anos e um homem morreram após serem vítimas de um ataque a facadas cometido na cidade Kawasaki.

O ataque foi em um ponto de ônibus onde dezenas de crianças esperavam pelo transporte escolar. O agressor é um homem de 40 anos, aparentemente.

Ele se aproximou das vítimas, com facas nas duas mãos, e deferiu golpes em 17 crianças e em dois adultos. Em seguida, o ofensor cometeu suicídio. Testemunhas disseram à imprensa japonesa que o assassino era pai de uma das crianças do grupo atacado.

O Japão é considerado um dos países mais seguros do mundo e, por isso, o fato causou grande comoção nacional.

O primeiro ministro japonês, Shinzo Abe, classificou o ataque como “devastador” e instruiu que o governo tome medidas imediatas para garantir a segurança dos estudantes do país, no caminho de casa para a escola.

O maior assassinato em massa, registrado no país após a segunda guerra mundial, foi em 2016 quando 19 pessoas morreram esfaqueadas em um ataque a uma casa de repouso.

O Japão viveu um caso raro de violência urbana nesta terça-feira (28). Uma criança de 11 anos e um homem morreram após serem vítimas de um ataque a facadas cometido na cidade Kawasaki.

O ataque foi em um ponto de ônibus onde dezenas de crianças esperavam pelo transporte escolar. O agressor é um homem de 40 anos, aparentemente.

Ele se aproximou das vítimas, com facas nas duas mãos, e deferiu golpes em 17 crianças e em dois adultos. Em seguida, o ofensor cometeu suicídio. Testemunhas disseram à imprensa japonesa que o assassino era pai de uma das crianças do grupo atacado.

O Japão é considerado um dos países mais seguros do mundo e, por isso, o fato causou grande comoção nacional.

O primeiro ministro japonês, Shinzo Abe, classificou o ataque como “devastador” e instruiu que o governo tome medidas imediatas para garantir a segurança dos estudantes do país, no caminho de casa para a escola.

O maior assassinato em massa, registrado no país após a segunda guerra mundial, foi em 2016 quando 19 pessoas morreram esfaqueadas em um ataque a uma casa de repouso.

Reportagem, Cristiano Carlos 

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Cristiano Ghorgomillos

Cristiano Ghorgomillos é jornalista experiente na cobertura política no Congresso Nacional. É responsável pela produção de matérias sobre o dia a dia das comissões temáticas e da atuação dos parlamentares nos plenários do Senado e Câmara dos Deputados. @ghorgomillos