Brasil·08 de março de 2019

Após apagão, Roraima aciona termelétricas para garantir energia

Por meio de nota, a Roraima Energia informou que as cinco termelétricas são capazes de atender 100% do sistema elétrico do estado

Por Cintia MoreiraEm uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.
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Após a Venezuela ter interrompido o fornecimento de energia em Roraima, cinco usinas termelétricas foram acionadas para garantir o abastecimento de no estado.

Isso porque Roraima é a única Unidade da Federação que não está interligada ao sistema elétrico nacional e depende do complexo hidrelétrico venezuelano de Guri e Macaguá desde 2001.

Por meio de nota, a Roraima Energia informou que essas cinco termelétricas são capazes de atender 100% do sistema elétrico do estado, com consumo médio em torno de 400 mil litros de combustível por dia. Por enquanto, o governo estadual está acompanhando o caso e repassa as informações aos órgãos do governo federal.

No final de fevereiro, o governador de Roraima, Antônio Denarium, disse que foi determinada a urgência na construção do Linhão de Tucuruí, que vai permitir interligar o estado ao sistema elétrico nacional. A previsão é que este linhão tenha mais de 720 quilômetros. O grande problema é que cerca de 123 quilômetros passam dentro de uma terra indígena, onde vivem 1.600 índios, em 31 aldeias.

Após a Venezuela ter interrompido o fornecimento de energia em Roraima, cinco usinas termelétricas foram acionadas para garantir o abastecimento de no estado.

Isso porque Roraima é a única Unidade da Federação que não está interligada ao sistema elétrico nacional e depende do complexo hidrelétrico venezuelano de Guri e Macaguá desde 2001.

Por meio de nota, a Roraima Energia informou que essas cinco termelétricas são capazes de atender 100% do sistema elétrico do estado, com consumo médio em torno de 400 mil litros de combustível por dia. Por enquanto, o governo estadual está acompanhando o caso e repassa as informações aos órgãos do governo federal.

No final de fevereiro, o governador de Roraima, Antônio Denarium, disse que foi determinada a urgência na construção do Linhão de Tucuruí, que vai permitir interligar o estado ao sistema elétrico nacional. A previsão é que este linhão tenha mais de 720 quilômetros. O grande problema é que cerca de 123 quilômetros passam dentro de uma terra indígena, onde vivem 1.600 índios, em 31 aldeias.

Reportagem, Cintia Moreira
 

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Sobre a repórter

Cintia Moreira

Em uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.