Saúde·29 de dezembro de 2017

APARECIDA DE GOIÂNIA (GO): Combate ao mosquito deve começar dentro de casa

<p><span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; text-align: justify;">Ol&aacute;, caro colega. Pensando em evitar as doen&ccedil;as transmitidas pelo mosquito da Dengue, a Ag&ecirc;ncia do R&aacute;dio, em parceria com o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, realiza uma campanha de conscientiza&ccedil;&atilde;o para incentivar a fiscaliza&ccedil;&atilde;o regular de poss&iacute;veis criadouros. Conversamos com o Murilo do Carmo, coordenador geral Dengue da Secretaria de Sa&uacute;de do Goi&aacute;s, que ressaltou a import&acirc;ncia da participa&ccedil;&atilde;o dos moradores para combater o mosquito. Ouvimos tamb&eacute;m a cabeleireira Evanilde Lopes de Melo, que foi diagnosticada com Dengue e relatou o que sentiu. Podemos contar com a sua ajuda para divulgar esse material? Forte abra&ccedil;o.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-size:14.0pt;&#10;line-height:105%;font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></p><p>&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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Há quatro anos, a cabeleireira Evanilde Lopes de Melo, de 43 anos, foi acometida pela Dengue. Casada e mãe de dois filhos, a moradora do Bairro Jardim Luz relata que sentiu fortes dores no corpo, dor de cabeça e febre. A doença afastou Evanilde do trabalho por três semanas. Para se recuperar, precisou ser internada em função da fraqueza e da indisposição causadas pelo vírus. Preocupada com os filhos, a cabeleireira conta que sempre cuidou para não deixar recipientes com água parada em casa. Infelizmente, ela percebe que os vizinhos não têm a mesma atitude e afirma que pequenas ações poderiam evitar as doenças transmitidas pelo mosquito.

“Evitar água parada. É ter cuidado. Não jogar coisa na rua, tipo copo, garrafa. Eu mesma falo para os meus filhos não fazerem isso e eles já sabem que não pode. Que aí chove e vai prejudicar. Pode ser um familiar da gente, um conhecido da gente, a gente tem que pensar também assim, né?”

O coordenador geral de Dengue da Secretaria da Saúde de Goiás, Murilo do Carmo, afirma que o Poder Público, sozinho, não consegue evitar a proliferação do mosquito. Como 80% dos depósitos são encontrados dentro das casas, é fundamental que a população entenda a importância da sua participação nesse enfrentamento.

“A população precisa ajudar o Poder Público e a população precisa tirar seus dez minutos por semana pra olhar a calha, olhar o degelo da geladeira, tampar os ralos que não são utilizados. Aqueles imóveis que tão pra ser alugados, que estão em desuso, é preciso que tenha uma observância maior. Fechar os ralos, fechar os vasos sanitários. Redobrar o cuidado e a atenção e ser veemente em evitar água parada. São situações rotineiras, são situações simples que o Poder Público não tem condição de fazer de sete em sete dias, que é o ciclo do mosquito. Isso cabe ao morador, que precisa se transformar em verdadeiro agente de saúde.”

Faça a sua parte e lembre-se de que um mosquito pode prejudicar uma vida e o combate começa por você. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/combateaedes.

#combateaedes

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