TEC/SONORA: Francinelma Magno, 34 anos, servidora pública.
“Tive bastante apoio da minha família, do meu esposo, das minhas filhas. Quando ela queria mamar, ele levantava, pegava ela no berço, trazia pra eu amamentar. Após eu amamentar, muitas vezes, ele que pegava ela para arrotar e depois ele devolvia para o berço.”
TEC/SONORA: Maria Elizabete Albuquerque, coordenadora do Banco de Leite Humano da Maternidade Ana Braga.
“A mulher que passa a amamentar, ela passa também a criar um vínculo por aquele bebê através da amamentação. Por isso que as pessoas até dizem: ‘Ninguém melhor que a mãe para conhecer o seu filho. É isso aí, ela passa a fortalecer aqueles laços afetivos’.”
TEC/SONORA: Francinelma Magno, 34 anos, servidora pública.
“Nos primeiros dias não é tão fácil devido à constante quantidade de mamadas que o bebê faz. Mas ao longo dos dias, dos meses que vão passando, aí se torna algo mais natural, bem mais tranquilo. E fortalece o vínculo de mãe e filho.”
#EuAmamento