Ciência & Tecnologia·31 de outubro de 2018

Alunos do SENAI participam de competição com projetos inovadores para o setor industrial

<p>As equipes devem ser compostas por alunos regularmente matriculados no SENAI. Os alunos que n&atilde;o estudam mais na institui&ccedil;&atilde;o, mas que est&atilde;o com at&eacute; 1 ano fora, tamb&eacute;m podem participar</p>

Por Agência do Rádio
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Com o objetivo de incentivar a criação de projetos inovadores, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) realiza, anualmente, um programa para premiar soluções apresentadas para problemas recorrentes do setor da indústria.

Trata-se do INOVA SENAI, que, segundo a coordenadora da Mostra Inova, Mônica Mariano, busca motivar criações inovadoras desenvolvidas para atender as demandas da indústria e do mercado brasileiros.

“Eles recebem situações reais para analisar e começam, desde o primeiro momento, a desenvolver soluções. O inova é o final desse processo. É quando a gente já tem uma solução que chamamos de solução funcional, ou seja, quando você tem um produto pronto para ser investido e entrar no mercado consumido.”

Para participar do INOVA SENAI, cada equipe deve ser composta por alunos regularmente matriculados no SENAI. Os alunos que não estudam mais no SENAI, mas que estão com até 1 ano fora da instituição também podem participar. Docentes, técnicos e consultores do SENAI atuam como orientadores. Cada equipe pode ter apenas 1 orientador.

Ainda segundo Mônica, o grupo de projetos apresentados no Inova SENAI é o mais variado possível e representa quase todos os ramos dentro do setor industrial.

“Temos desde produtos na área de alimentos até máquinas que servem para a indústria. Temos projetos na área de saúde e segurança dos trabalhadores. Então nós temos quase todo o leque da indústria sendo atendida no Inova .”

Entre os vencedores da edição deste ano está o projeto BioSustein: Plantando o Futuro, que ficou em primeiro lugar. O projeto foi criado pelo SENAI de Sertãozinho (SP).

O produto em destaque é um tubete biodegradável que é absorvido pela própria terra, diminuindo os resíduos e facilitando a vida do produtor, que não vai precisar retirar o plástico da terra

Na edição de 2018, as equipes vencedoras ganharam viagem de três dias de duração para Recife (PE). No caso da vitória por produto, a escola também leva impressora 3D multifuncional. Os vencedores pelo voto popular tiveram como prêmio um curso presencial no valor de até R$ 2 mil.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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